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Annelise Nani para o Spot Boletim Acadêmico de Design de Interiores

Qual a relação entre Arte, Design e Moda?

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SPOT BOLETIM ACADÊMICO DE DESIGN DE INTERIORES
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O Spot Boletim Acadêmico de Design de Interiores é um projeto desenvolvido por alunos do curso de Design de Interiores da Unicesumar, Campus: Maringá. São os atuais membros do Spot os alunos: Marciane Schuh,  Fernando Silva, Bárbara Faria e André Fernandes. Agora este jovem projeto fará uma parceria com o Diblioteca, dividindo com a gente, por aqui, as suas colunas. Para entrar em contato segue o e-mail: spotboletim@gmail.com

Qual a relação entre Arte, Design e Moda?

Annelise Nani da Fonseca é Professora na UEM; Doutora pela USP e Graduanda no curso de Psicologia

Annelise Nani para o Spot Boletim Acadêmico de Design de Interiores

Annelise Nani para o Spot Boletim Acadêmico de Design de Interiores

É uma tarefa árdua separar, eu vou falar como é a minha visão. Eu fiz Artes, fiz moda e meu mestrado é em Design, então eu enxergo a Arte como se fosse o guarda-chuva maior, se olharmos a história da arte, ela era dividida entre a arte maior e a arte menor, dentro da arte menor estão as artes de ofícios que se encaixam a moda e o mobiliário, o “Design”. Então eu vejo que são todos processos dentro do campo expandido da arte. São círculos concêntricos, localizo o Design dentro da Moda e esta dentro da Arte. Alguns Designers arrepiam quando eu falo isso, por que o Design está dentro da Moda? Na minha visão, está dentro porque hoje, na sociedade contemporânea, o que gera a dinâmica de consumo é a Moda.A moda é um fenômeno complexo, por exemplo, a primeira pessoa a assinar um objeto sem ser um artista, foi um estilista, então, o primeiro estilista da história foi Charles Frederick Worth e ele já fazia mobiliário. Eu adoro a frase “O Design é indisciplinadamente transdiciplinar” porque nós não respeitamos disciplinas e nós não temos um método próprio,vamos beber de várias áreas. Se você trabalhar com o Design de superfície, vai ter um contato maior com o têxtil e a moda. Um designer mais relacionado com o mobiliário,vai ter um contato maior com a arquitetura, o automobilístico vai ter um contato maior com a mecatrônica. Então, cada projeto vai exigir um saber específico do designer,mas todos contêm a arte, porque trabalha a criação, e todos contêm a moda, porque todos estão relacionados com tendência e consumo, logo nós fazemos algo para o cliente, não somos, desta forma,artistas.

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Para ler a 6a. Edição:

 

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Quem é esse tal de Lighting Designer?

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O Spot Boletim Acadêmico de Design de Interiores é um projeto desenvolvido por alunos do curso de Design de Interiores da Unicesumar, Campus: Maringá. São os atuais membros do Spot os alunos: Marciane Schuh,  Fernando Silva, Bárbara Faria e André Fernandes. Agora este jovem projeto fará uma parceria com o Diblioteca, dividindo com a gente, por aqui, as suas colunas. Para entrar em contato segue o e-mail: spotboletim@gmail.com

 

 

283456_198293073560894_7779263_nPaulo Oliveira é Formado em Design de Interiores. Pós-graduado em Light Design. Especialista em Ensino Superior. Professor; Palestrante; Colunista; Possui um blog – http://paulooliveira.wordpress.com/ – com informações e dados específicos sobre as áreas de Design de Interiores/Ambientes e Lighting Design.

Este,certamente, não é o profissional que vai “colocar umas luzinhas” pra você. O Lighting Designer é o profissional que possui especialização em iluminação e trabalha especificamente com a iluminação. Existem muitos profissionais no mercado que possuem esta especialização mas, no entanto, o que diferencia o lighting designer é a sua vivência na iluminação cênica,aquela do palco de teatro.

“Ah, então esse cara que trabalha com a luz é aquele que faz aquela iluminação mais cênica, que cria cenas?”

Não apenas isso, pois a iluminação cênica é apenas uma das bases do Lighting Design. É através das técnicas e efeitos cênicos utilizados nos palcos que o profissional aprende a iluminar sem precisar que as luminárias fiquem visíveis. Seu papel é fazer as pessoas perceberem, emocionarem-se,sentirem-se bem e seguras mas,sem perceber de onde está vindo esta luz ou,como dizemos, onde está a luminária. Sem este conhecimento o profissional é apenas um iluminador especializado.

Há também todo o conhecimento técnico sobre lâmpadas, luminárias e equipamentos para iluminação que este profissional domina e que o leva a saber perfeitamente qual lâmpada utilizar para cada função, espaço ou usuário. Por exemplo: você sabia que, à exceção dos LEDs, todas as lâmpadas emitem certa quantidade de radiação UV iguais aquelas do sol que podem causar câncer de pele? E que esta mesma radiação,aliada à forte projeção de calor na direção do facho da lâmpada,irá manchar e até mesmo deteriorar materiais,como madeiras,tecidos, objetos de arte, entre outros? Portanto, não espere dele aquela iluminação de revistas de decoração com belos lustres e tetos cheios de Spots. Prepare-se para sentir e usufruir da funcionalidade, qualidade, segurança, bem estar e a beleza que a luz irá proporcionar à sua vida.

 

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Alessandro Húngaro para Spot

QUAL A RELAÇÃO ENTRE DESIGN DE INTERIORES E DESIGN GRÁFICO?

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Alessandro Hungaro – Designer Gráfico, atuante em Interiores na Empresa Hungaro Decor.

Alessandro Húngaro para Spot

Alessandro Húngaro para Spot

Uma relação muito próxima e ao mesmo tempo muito distante, grades curriculares muito parecidas, mas ao mesmo tempo com temas bem diferentes. O Designer Gráfico é formado para atuar em uma área de muitas possibilidades: web, games, comunicação, tv, um leque muito grande. O Designer de Interiores tem a formação voltada ao acabamento final e específico de projetos arquitetônicos residenciais e comerciais.

A relação mais evidente está na criação, por exemplo, da identidade visual em que o Designer Gráfico criou para a empresa “logotipo, cores e formas” o bom Designer de Interiores fará a ponte entre logotipo trazendo isso para o projeto de interiores formando um só trabalho. Na parte de interiores residenciais não existiria este tipo de ligação, a evidência maior estaria realmente ligada ao comercial. Invertendo o trabalho o bom Designer Gráfico, tendo em vista toda parte de interiores pronta, pode trazer para a parte de comunicação toda criação de elementos cores e revestimentos elaborado pelo Designer de Interiores, para a parte gráfica.

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Emergindo das profundezas!

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Raphaella Almeida, 10 de Novembro de 2016 07h40m

 

Emergindo das profundezas!

Essas divertidas criações do designer Derek Pearce renovam o que conhecemos em relação a mesas. Suas criações, as chamadas “Mesas de água”, retratam de forma impressionante animais com parte de seus corpos mergulhados na água. De hipopótamos e golfinhos a patos, ele projeta as mesas para que os animais possam ser vistos ‘mergulhando’ dentro e fora do vidro, que representa a superfície da água.

As peças são funcionais e irresistíveis para quem ama tanto animais quanto arte. Com uma estética lúdica latente, Pearce esculpe suas mesas de água desde 1997 e as peças têm sido vendidas em lojas pelos Estados Unidos, Europa e Japão.

Confira alguns de seus trabalhos:

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Raphaella Almeida

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Raphaella Almeida

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Raphaella Almeida

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Raphaella Almeida

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Raphaella Almeida

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Raphaella Almeida, graduada em Design de Interiores pela Faculdade Belas Artes de São Paulo, atua no mercado projetando e escrevendo sobre arte, design e interiores. www.raphaellaalmeida.com.br / instagram: RA Interior Design

 

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Larissa Camargo para o Spot

QUAIS AS ÁREAS DE ATUAÇÃO DO DESIGNER DE INTERIORES?

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QUAIS AS ÁREAS DE ATUAÇÃO DO

DESIGNER DE INTERIORES?

Larissa Camargo para o Spot

Larissa Camargo para o Spot

Larissa Camargo – Designer de Interiores, Professora e Coordenadora do Curso de Design de Interiores EAD da Unicesumar Maringá.

 

Diferente do que algumas pessoas ainda pensam, design de interiores não está restrito a “projetos de decoração”. A formação superior prepara um profissional que pensa no funcional e está tecnicamente capacitado para propor soluções que vão muito além da estética, podendo desenvolver projetos de ambientes residenciais, comerciais, institucionais, industriais e até de instalações efêmeras, ou seja, temporárias, como vitrinas, stands, feiras e eventos. Dentro de um projeto residencial, o designer de interiores pode elaborar lay outs de  distribuição de mobiliários dentro do ambiente, o desenho personalizado do próprio mobiliário, projeto de iluminação e gesso, revestimentos de piso e parede, detalhes complementares e objetos decorativos.

No caso do comercial, mais que elaborar um projeto estético e funcional, o designer de interiores está apto a trabalhar dentro das normas técnicas estabelecidas, e dentro do conceito de visual merchandising, onde todo o ponto de venda, incluindo sua vitrina, estabelece a identidade da empresa, tendo como foco o cliente usuário desses espaços. No caso desse tipo de projeto, o designer de interiores ainda pode desenvolver em conjunto com o projeto de interiores, a parte de comunicação visual do espaço. Essa situação é a mesma para os projetos institucionais e industriais.

Nos projetos efêmeros, o designer de interiores pode criar desde a estrutura para a instalação, até os detalhes internos dela, estando preparado e apto para projetar de acordo com o perfil da empresa, e as especificidades que esse tipo de projeto exige. Dentro desses conceitos, ainda existem atuações bem especificas, como interiores automobilísticos, embarcações, cenários, projeto de mobiliários e objetos.

AS POSSIBILIDADES SÃO INÚMERAS, E O CAMPO DE ATUAÇÃO NÃO

PARA DE CRESCER!

 

Para ler a 6a. Edição:

 

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Vanessa Santos

TEMAS E ESTILOS DE VITRINES

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Vanessa Santos, 04 de Novembro de 2016 07h40m

[continuação: conteúdo vitrine]

TEMAS E ESTILOS DE VITRINES

Existem vários temas para projetos de vitrine, assim como estilos diferentes para aplicação destes temas. Hoje vamos conhecer um pouquinho de cada um deles com exemplos práticos.

COMEMORATIVOS

Vanessa Santos

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Quando se trata de alguma data especial que temos durante o ano, onde o comércio todo se volta a este tema específico para vender seus produtos e serviços. Como dia das crianças, natal, dia dos namorados e até as trocas de estação.

Vanessa Santos

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PUBLICITÁRIO

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Quando alguma marca quer divulgar um produto específico ela trabalha com a vitrine somente daquele produto, juntamente com uma campanha feita em outras mídias, como tv, rádio, mídias sociais.

OPORTUNIDADE

Conhecidas como as vitrines de promoção ou liquidação, lembrando que, liquidação é quando a marca quer se livrar das últimas peças e produtos para a chegada de uma nova coleção, por isso faz aqueles descontos altos. Já a promoção pode até ser o lançamento de um novo produto, então isso não quer dizer um preço super baixo.

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Vanessa Santos

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Vanessa Santos

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INSTITUCIONAL

Quando a vitrine quer transmitir o conceito da marca somente, para que o público dela consiga se identificar.

Vanessa Santos

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COTIDIANA

Quando a vitrine expõe os produtos da loja sem um tema específico, para demonstrar quais são os produtos que se vende na loja.

Vanessa Santos

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Depois dos temas, temos também os estilos, que se adequam ao tema selecionado mas que expõe os produtos de formas diferentes. São eles:

ESCALA

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Quando o designer trabalha com tamanho dos objetos em escala diferente, seja para maior ou menor, dependendo da ênfase e do significado que se quer transmitir.

AÉREA

Quando a exposição do produto fica fora da base do piso.

Vanessa Santos

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CONTÍNUA

Quando a loja possui vitrines separadas, mas existe uma continuidade da montagem das vitrines, para que o consumidor compreenda o tema a ser transmitido.

Vanessa Santos

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CENOGRÁFICA

 

Vanessa Santos

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Quando é feito um cenário, para que o consumidor se identifique em atividades do seu cotidiano utilizando aquele produto.

LUMINOSA

Se apropria de conceitos tecnológicos, principalmente de iluminação para montagem da vitrine.

Vanessa Santos

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CONCEITUAL

De alguma forma, a vitrine transmite o conceito daquele determinado produto para o consumidor.

Vanessa Santos

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GRÁFICO

Utiliza de impressões, adesivos, painéis junto com o produto.

Vanessa Santos

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Estes são os temas e estilos mais conhecidos para se projetar uma vitrine. Se você gostou, pode pesquisar mais sobre eles para ajudar quando você for desenvolver o seu projeto.

 

 

BIBLIOGRAFIA:

journaldesvitrines.com/

Vitrinas, merchandising visual. Entre_vistas. Huguette Maier E Sylvia Demetresco. SENAC SP.

Vitrina, veículo de comunicação e venda. Fátima Lourenço e José Oliveira Sam. SENAC SP.

Vitrina, construção de encenações. Sylvia Demetresco. SENAC SP.

Estamos atendendo, revista ABC Design. Edição 44.

http://www.acifnet.com.br/arquivos/VITRINISMO_E_VISUAL_MERCHANDISING_ACIF_30102012.pdf

http://www.fashionbubbles.com/moda/estilos-de-vitrine-parte-13/

 

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Vanessa Santos, Designer de Interiores, Pós-Graduada em Artes Visuais. Atua na área do Design Gráfico, professora.

 

 

 

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Destinos: inspiração para a Decoração

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Raphaella Almeida, 13 de Outubro de 2016 15h00m

Vamos viajar?
Hoje vamos usar como inspiração as paisagens, culturas e costumes de outros lugares para ambientar nossa casa.
É sempre uma delícia viajar conhecer novos lugares e culturas, mas como dizemos, não tem coisa melhor que voltar para casa!. E para não ficarmos com saudades do paraíso que tal trazer para nosso dia dia aquele gostinho de férias, de lugar novo, deixando nossa casa ainda mais divertida e alegre.
Para fazer isso nada melhor do que trazer detalhes locais, capturar a vibração e estética do lugar. Mas não se preocupe se nunca esteve por lá, alguns toques com seu estilo e referencias podem te transportar para lá sem precisar de passaporte!

México:

Acolhedores cobertores listrados, almofadas floridas e muitas cores, são jeitos fáceis de trazer um pouco da cultura mexicana para sua casa.

Quanto mais cor, melhor. Também adoro as luzes cintilantes festivas na varanda desta casa. Eles gritam “fiesta”!

Raphaella Almeida

Raphaella Almeida

Raphaella Almeida

Raphaella Almeida

Raphaella Almeida

Raphaella Almeida

 

  • Costa Rica:

    Se você viajou para algum lugar tropical como Costa Rica, considere transformar sua sala em seu próprio exuberante paraíso tropical, com muita vegetação, almofadas com estampas animais, flamingos e cores alegres e quentes.

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  • Paris:

    É difícil visitar Paris e não cair por amores, não é mesmo? E que tal trazer todo esse romance, charme e elegância para sua casa, misturando peças modernas e antigas, dando ao ambiente um ar de elegância parisiense.

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  • Marrocos:

Inspiração linda para espaços abetos, recheado com plantas e cor!

Raphaella Almeida

Raphaella Almeida

 

Raphaella Almeida

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Raphaella Almeida

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  • Palm Beach:
    Traga a Florida e seu espirito alegre e praiano para dentro de casa!
    Mobiliário todo-branco, madrepérola, estampas em papel de parede e muitas, muitas plantas.
Raphaella Almeida

Raphaella Almeida

 

Raphaella Almeida

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Raphaella Almeida

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Raphaella Almeida

Raphaella Almeida

 

Raphaella Almeida

Raphaella Almeida

Se inspire em suas viagens e deixe sua casa ainda mais linda!

Raphaella

 

Raphaella Almeida, graduada em Design de Interiores pela Faculdade Belas Artes de São Paulo, atua no mercado projetando e escrevendo sobre arte, design e interiores. www.raphaellaalmeida.com.br / instagram: RA Interior Design

 

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Vanessa Santos

Vitrine: Tipos e propostas

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Vanessa Santos, 07 de Outubro de 2016 07h40m

[continuação: conteúdo vitrine]

A loja deve ser um importante espaço de experiência para o consumidor, um espaço de comunicação dos valores e expressão que a marca quer passar para o seu público.

 

O termo vitrina foi incorporado por volta do século XIX, vindo do francês, que é o mais correto, diferente do que a gente está acostumado a dizer que é vitrine.

Existem 3 propostas de um projeto de vitrine:

  1. Ser vista
  2. Prometer algo
  3. Persuadir e criar o desejo do consumidor comprar
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Vanessa Santos

 

Ela é responsável por até 90% dos resultados de venda de qualquer loja.

Uma boa estratégia de Design para um projeto de vitrine tem que pensar em:

  • Elementos sensoriais para comunicar a marca;
  • Os elementos do design: forma, cor, proximidade, alinhamento, contraste, repetição;
  • Construção textual de um mundo para o produto para estabelecer relação com quem o percebe.

 

Vanessa Santos

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É importante que nós como profissionais projetamos para ativar os efeitos físicos e psicológicos do consumidor para que ele acredite que obter aquilo que a vitrine vende o fará ser a pessoa mais feliz do mundo.

É como na mitologia grega com a história da caixa de pandora, você incita a curiosidade para que a pessoa queira entrar na loja e saber o que ela oferece.

Vanessa Santos

Vanessa Santos

 

Para isso é importante para o Designer:

– Ser detalhista

– Sentir a energia da fantasia

– Estar preparado para mudanças

– Aproveite o caso

– Conheça cores

– Não ignore ideias

– Brinque sem sair do sério

– Leia, conheça sobre várias coisas da vida

 

Vanessa Santos

Vanessa Santos

 

E além disso, na hora de planejar um projeto é importante:

  1. Conhecer a marca e produto
  2. Saber o público alvo
  3. Reconhecer o espaço da loja e localização
  4. Vitrine aberta ou fechada?
  5. Definir tema e estilo a ser utilizado
  6. Trabalhar cores e iluminação
Vanessa Santos

Vanessa Santos

 

[Ainda teremos continuação: aguardem próxima coluna 3 parte do conteúdo sobre Vitrine]

 

Vanny Perfil

Vanessa Santos, Designer de Interiores, Pós-Graduada em Artes Visuais. Atua na área do Design Gráfico, professora.

 

 

 

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7-7

Design e arquitetura ajudando a curar!

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Raphaella Almeida, 29 de Setembro de 2016 08h00m

Hoje vou mostrar projetos de design de centros médicos que venceram o American Institute of Architects (AIA) National Healthcare Design Awards ,  são 7 projetos que reestruturaram hospitais, mudando o layout de um posto de enfermagem ou ajustando os níveis de ruído em uma sala de medicação, reduzindo os erros. Essas foram algumas das soluções que arquitetos e designers estão encontrando para ajustar o ambiente físico e levar mais segurança – e saúde – para os pacientes.

Há muito mais consciência hoje de como ambientes saudáveis ajudam os pacientes a se curar, diz Joan Suchomel, líder da AIA para a Saúde. “Isto é, por sua vez, relacionado a estudos de design baseadas em evidências que realmente provam que não é apenas intuitivo isso, são dados realmente comprovados em muitos casos.”

Veja esses 7 exemplos como a arquitetura e o design podem melhorar a vida dos pacientes:

  1. Kaiser Permanente, Kraemer Radiation Oncology Center; Anaheim, CA:

O tratamento em que são submetidos pacientes de câncer tende a ser bastante desgastante, normalmente 5 dias por semana, durando semanas e até mês.

Esse novo centro é projetado para tornar o processo mais relaxante e tranquilo possível. Em cada sala de tratamento existem enormes janelas, de onde se vê um belo jardim zen, inspiradas pela evidência de que vislumbrar a natureza melhora o dia de qualquer pessoa.

Fonte : hypeness

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2. Planned Parenthood do Queens: Centro de Saúde Diane L. Max; Queens, New York:

Moderno e luminoso, é assim que o prédio se destaca na paisagem cinza da cidade. Os designers queriam que ele fosse uma nova e importante parte da comunidade. Eles também procuraram trazer uma nova experiência para quem visita o ambiente hospitalar, os espaços com presença de cor e iluminação divertida. Tornando o espaço mais agradável para quem por lá fica.

    Fonte : hypeness

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3. The Christ Hospital Joint e Spine Center; Cincinnati:

 

Neste hospital, os quartos dos pacientes têm vista exterior e paredes de vidro que permitem luz natural nos corredores. À noite, as paredes de vidro estão cobertas de cortinas blackout. Jardins suspensos fornecem um ambiente tranquilo para que os pacientes e visitantes descansem rodeados por plantas.

Fonte : hypeness

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4.    Memorial Sloan Kettering (MSK) Centro Ambulatório Regional de Câncer; West Harrison, Nova Iorque:

Um antigo prédio de escritórios de 1950, se transformou nesse moderno espaço, cheio de luz e paz para pacientes e funcionários. Os interiores foram projetados para parecer o mínimo possível com um hospital. Equipamentos médicos ficam escondidos da vista dos pacientes.
Wearables (equipamentos vestíveis) acompanham os movimentos dos pacientes para ajudar o pessoal do centro a operar de forma eficiente. Os quartos têm vista para o exterior e linhas de visão claras para as estações dos enfermeiros.

Fonte : hypeness

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5.    Centro de Câncer da Universidade do Arizona (UACC) e Dignity Health St. Joseph’s Hospital and Medical Center; Phoenix (Arizona):

Esse centro de câncer é cercado por painéis de cobre, que proporcionam ambientes mais frescos e trazem um sentido de proteção e privacidade. O interior de madeira e pedra, com um “jardim de cura” no meio, se destina a se sentir mais em um hotel ou spa do que em um hospital.
O layout cuidadoso do edifício permite que os pacientes e funcionários tenham de passar o mínimo tempo possível indo de um lugar para outro.

Fonte : hypeness

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6.    Centro Médico da Universidade de Nova Orleans; Nova Orleans:

Após o Katrina, o Centro Médico Memorial em Nova Orleans foi cercado por água da enchente, perdeu eletricidade e alguns pacientes não resistiram e morreram. Perto dali o Charity Hospital conseguiu evacuar os pacientes, mas o próprio hospital também foi destruído.
Este novo hospital, um substituto para o Charity, foi criado para sobreviver a catástrofes naturais. O projeto permite que o hospital funcione por até uma semana depois de um grande furacão praticamente sem suprimentos externos e as rampas das ambulâncias podem ser acessadas por botes. No interior, o espaço calmo oferece aos pacientes salas privadas, luz natural e vistas externas.

Fonte : hypeness

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Fonte : hypeness

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7.    Hospital Infantil de Seattle, Clínica do Sul; Seattle:

O edifício inclui atendimento de emergência, ambulatorial, fisioterapia e clínicas especializadas, tudo em um espaço muito luminoso. A nova parede de vidro traz luz natural; fora, o telhado que capta água da chuva e rega um jardim tropical.

Fonte : hypeness

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Ver que a arquitetura e o design estão trazendo melhores condições para as pessoas é algo maravilhoso!
Que continuem criando lindos e ótimos projetos como esses.

Fonte : hypeness

 

Raphaella

Raphaella Almeida, graduada em Design de Interiores pela Faculdade Belas Artes de São Paulo, atua no mercado projetando e escrevendo sobre arte, design e interiores. www.raphaellaalmeida.com.br / instagram: RA Interior Design

 

 

 

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Vitrine: Breve histórico

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Vanessa Santos, 23 de Setembro de 2016 07h40m

Olá pessoal, vocês sabiam que como Designers podemos trabalhar com projetos efêmeros relacionados a visual merchandising? Mais conhecidos como Vitrines.

Pois é, hoje com a quantidade de informações que temos, muitas lojas espalhadas pelas ruas, uma confusão de imagens visuais, prender atenção do cliente/consumidor está cada vez mais difícil.

E mais que um bom projeto de design para uma vitrine, é preciso conhecer a marca, o produto ou serviço e o cliente pra quem vamos projetar.

“Da simples necessidade de informar a natureza do negócio até a proposta de fornecer uma experiência com a marca, as fachadas comerciais sempre foram uma das principais formas de despertar interesse no comprador.”

Mas antes de conhecer os projetos de vitrine, é importante saber quando ela surgiu e entender sua história.

As vitrinas surgiram na Idade Média, após o reinado de Carlos Magno, onde em 1154 com as guerras das Cruzadas, o comércio começou a crescer na Europa por influência do oriente. Como as Cruzadas eram feitas pelos mulçumanos e cristãos, os turcos levaram sua força de comércio para a Europa.

Foi daí que surgiu a palavra BAZAR, que significava mercado em turco, e depois passou a ser MAHÂZIN que era Magasin em francês.

Vanessa Santos

Vanessa Santos

 

Esse tipo de comércio era feito nas ruas de forma nômade, pois as pessoas iam mudando de lugar conforme as cruzadas e a necessidade. Os principais produtos a serem comercializados eram os de necessidade primária e artefatos de guerra. Com o passar do tempo, outros artefatos começaram a ser produzidos pelos artesãos.

A partir do Séc. XVII, as feiras de rua começaram a diminuir, e os artesãos começaram a transformar suas casas em ateliers, e de alguma forma, sentiram a necessidade de colocar em suas fachadas a informação do que era ali. No início, as fachadas eram feitas de metal, gravadas em madeira ou pintadas a tinta para indicar o nome do estabelecimento.

Após a guerra, um pouco antes da metade do Séc. XIX, a Europa começou a crescer social e economicamente, e as vitrinas começam a assumir um papel importante no comércio.

As ruas são divididas pelas calçadas, e as pessoas passam a ter pontos de encontro nas noites em frente as boutiques, como exemplo na cidade de Paris. E a partir daí, as opções de consumo e o comércio de objetos de desejo se multiplicaram.

[continua na próxima postagem]

Vanny Perfil

 

Vanessa Santos, Designer de Interiores, Pós-Graduada em Artes Visuais. Atua na área do Design Gráfico, professora.

 

 

 

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