Alunos

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Iª edição da Semana da Arquitetura e Urbanismo e o 1º Simpósio que ocorreu nos dias 24 a 26 de Outubro de 2016.

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IIª edição da  Semana da Arquitetura e Urbanismo e o 1º Simpósio que ocorreu nos dias 24 a 26 de Outubro de 2016.

 

Paulo Lenon, aluno do curso de Design de Interiores Unicesumar, com o tema “Projeto de Ambientação: Um estudo para o desenvolvimento de uma oficina para Drag Queens” apresentado na II Semana da Arquitetura e Urbanismo da Unifamma. Paulo Lenon aponta que “Tendo em vista que na atualidade a identidade de gêneros está encontrando espaços para debates e, que a visibilidade dos transformistas e drag queens aumentou, torna-se necessário o estudo de uma ambientação voltada à estes usuários.”

Patrícia Nino, aluna do curso de Design de Interiores Unicesumar, com o tema “Possibilidade do uso do papelão e da cortiça para um Revestimento de parede: Um Estudo de Caso” apresentado na II Semana da Arquitetura e Urbanismo da Unifamma. Informa a aluna: “A exploração e extração dos recursos naturais, utilizados para fins de revestimentos na construção civil, de maneira mal planejada e muitas vezes irrefletida vêm causando negativos impactos ambientais. Por essa razão o profissional do design de interiores deve atentar-se sobre possibilidade de criação de novos produtos para oferecer ao mercado.”

Gustavo Fiorini e Amanda Guerra, aluno e aluna do curso de Design de Interiores, com o tema “A importância da atuação do Design de Interiores nas Oficinas de Assistência Social” apresentado na II Semana da Arquitetura e Urbanismo da Unifamma. Os alunos explicam: “Visando a importância destes espaços internos cuja função é a de proteção básica de cidadãos que se encontram em situações de vulnerabilidade e riscos sociais, o presente trabalho têm por objetivo elaborar um modelo de sala de atividades para o CRAS de Paranavaí/PR, cujo ambiente deverá ser agradável em sua estética, acústica e funcionalidade de acordo com as propostas de Leis da
Assistência Social.”

 

 

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Projeto ANPR – Design de Interiores

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Vanessa Santos, 25 de Outubro de 2016 14h53m

Os primeiros anos de Design de Interiores da Unicesumar estão com um projeto muito incrível que une Amor + Criatividade + Ação Social + Design para corações incríveis dos alunos da ANPR. Vamos transformar o espaço desta Instituição em um lugar de melhor convívio para todos que vivem ali como sendo sua segunda casa. Se você puder contribuir (não importa a quantia) o que importa é o seu coração, entre em nossa Vakinha coletiva e contribua, e espalhe essa notícia e essa boa ação.

* Porque Amor não é vivido de palavras, e sim de ações.*

Para saber mais: Vakinha coletiva: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/projeto-anpr-design-de-interiores

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DIblioteca 2016As imagens dos projetos e as informações são de responsabilidade de cada escritório e profissional mencionado.

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Designers de Interiores Maringaenses participam do Concurso Oxford Porcelana

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O concurso Oxford está na sua segunda edição, ele propõe que estudantes e profissionais criem um design de estamparia para um conjunto de porcelanas da Empresa, o tema é a “Nova Geração de Brasileiros”, é um concurso regulamentado e aberto à toda população brasileira gratuita.

O concurso possui 3 etapas, a primeira etapa é passar para filtragem inicial, a Empresa verifica se o participante desenvolveu a arte de acordo com as regras de criação, de acordo com o texto do próprio regulamento:

As artes que contenham interpretações             contrárias à lei, à moral e aos bons costumes, que sejam consideradas impróprias, que agridam a imagem        e/ou direito da empresa promotora ou de terceiros, que possam causar danos                a terceiros, seja de ordem material e/ou moral, que sejam obscenas  e/ou pornográficas, que contenham dados (mensagens, informação, imagens) subliminares, que contenham dados ou informação que constituam ou possam constituir crime (ou contravenção penal) ou que possam ser entendidas como incitação à prática de crimes (ou contravenção penal), que constituam ofensa à liberdade de crença e às religiões ou que seja com conteúdo  racista ou discriminatório, enfim, as artes que não sejam aceitáveis, ao critério exclusivo da Comissão  Julgadora.

A segunda etapa consiste em uma votação pública na qual o participante precisa ser votado e estar entre os 30 primeiros lugares para ir à ultima etapa.

A terceira e última etapa será uma avaliação pelo juri da própria Empresa, constituído de profissionais reconhecidos na área.

Além disso o participante deve formular um texto justificando à sua criação, esta parte é relevante porque auxilia o aluno ao pensamento acerca de sua criação e, cria a possibilidade de argumentação tão necessária à vida profissional durante as negociações com clientes e usuários.

É interessante perceber a possibilidade de atuação do profissional designer de interiores em diversas áreas, dentre elas a do desenvolvimento de estamparias para diversos fins.

Segue os projetos de alguns designers de interiores:

  • Vanessa Santos – colunista do Diblioteca e professora na Unicesumar

Título: Bê-a-Bá brasileiro
Nome: Vanessa Barbosa dos Santos
Cidade/UF: Maringá/PR

Tem palavra que só brasileiro entende ta ligado? Tem expressões que são mó da hora. Um ‘jeitin’ de cada canto do país uai. E não se avexe pra entender, Porque tu, mina ou cara, Não pode da pitaco se é biscoito ou bolacha, Pois cada treco tem seu nome sem precisar dar confusão Se não, xiii…
Sobre o concurso a Vanessa fala: O tema do prêmio Oxford Design deste ano é sobre Nova geração de Brasileiros. Por isso, escolhi as expressões ditas pelo brasileiro em várias regiões do país porque é isso que nos torna únicos como nação, é isso que faz cada pedaço do Brasil ser incrível, e é isso que faz a gente se comunicar e expressar quem somos. E apesar das gerações estarem em constante transformação, assim como o nosso país e nosso mundo, estas expressões conseguem carregar história e significado de uma geração a outra.

  • Carla Prado – diretora de edição do Diblioteca e professora na Unicesumar

Título: Povos Indígenas
Cidade/UF: Maringá/PR
Diante do atual destaque sobre as questões indígenas no Brasil e no mundo, propõe-se esse projeto para a coleção Oxford, que destaca a importância destes povos, sua cultura, arte e crenças. Após a repercussão negativa da festa dos 500 anos do “descobrimento” Brasil em relação à estes povos, além da questão da alta taxa de suicídio entre os jovens indígenas, a sociedade expressa a sua preocupação com os povos indígenas brasileiros. Neste sentido, em 2015 houve no Tocantins, Palmas, o I Jogos Mundiais Indígenas, com a participação de diversas etnias, celebrando suas culturas. A coleção Povos Indígenas inspirou-se nas formas e cores de suas pinturas corporais e de seus adereços. O grafismo, o urucum e a palha representando a integração, a cultura, a força, a beleza destes povos. Valorizando uma de nossas origens como população.

  • Maria Fernanda – Designer de Interiores

Título: Bahia- Explosão de cultura e arte
Cidade/UF: Maringá/PR A linha “Bahia- Explosão de cultura e arte” traz representações das principais simbologias da Bahia.

  • Arthur Cantarelli Silva – Designer de Interiores

Arthur Cantareli link para voto; http://premiooxforddesign.com.br/projeto/1006/arthur-cantarelli-silva

Título: Do cinza ao laranja
Cidade/UF: Maringa/PR
Uma nova geração coletiva, misturada e conectada. Uma geração de quebra de preconceitos, livre para expressar suas ideias e sentimentos. O indivíduo é representado por pontos feitos à mão de forma despretensiosa a fim de realçar a singularidade de cada um. As louças se conectam mostrando a trajetória de brasileiros cada vez mais harmônicos. As cores simbolizam a transformação e evolução dos conceitos desta nova sociedade. A cor laranja é caracterizada por ser dinâmica e criativa, como é e sempre será o nosso povo brasileiro.

  • Letícia Roque – Designer de Interiores
  • Pedro Moretti – Designer de Interiores
Título: SERRA PELADA – O GARIMPO DA VIDA
Cidade/UF: Maringá/PR
A história que trago através dos desenhos feito na linha Coup é sobre Serra Pelada, o maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado no sudoeste do Estado do Pará. A partir de 1980 após a descoberta do ouro no local, e em menos de um ano já tinha ali 30 mil garimpeiros. Muitas pessoas perderam a vida em busca do sonho do ouro. Acredito que muitas pessoas ainda não tem conhecimento do que foi a Serra Pelada, e com os desenhos nos pratos isso pode se tornar mais conhecido. O primeiro prato traz o mapa da região, mostrando rios, estradas e cidades que ficavam em torno da Serra Pelada. O segundo traz o desenho que remete a vista aérea, forma que o garimpo deixou marcado aquele local. O terceiro prato traz as escadas, que foram usadas pelos garimpeiros para subir de onde estava acontecendo a extração até o topo do “buraco” O primeiro pires remete aos trabalhadores, pela grande quantidade pareciam formigas trabalhando, para complementar, a xícara trás novamente as escadas, objeto usado pelos garimpeiros, formando uma das cenas mais marcantes da serra. O segundo conjunto, o pires representa a ferramenta que eles usavam para peneirar a terra e encontrar o ouro, a xícara representa o ouro em cima dessa peneira, com os dizeres ” 30 toneladas de ouro” que foi o total de ouro tirado de lá oficialmente.

O designer Pedro já está entre os 30 finalistas.

Alguns futuros designers de interiores participantes:

Ed Carlos link para voto: http://premiooxforddedesign.com.br/projeto/793/ed-carlos-bordignon-de-oliveira

A questão agrária é uma ferida aberta num País em que há terra de sobra. E mal aproveitada. O Norte do Paraná deixou lições também ao misturar ao roxo de suas terras o sangue dos que morreram durante a guerra (de Porecatu). Os conflitos aqui começaram a florescer em 1942, com o loteamento de 120 mil hectares de terras devolutas, e só foram terminar em 1951, com a prisão dos dirigentes comunistas. Durante todos estes anos, muitos posseiros morreram, vítimas de jagunços e da polícia. Muitos perderam terras e esperanças. A guerra deixou rastros de violência e injustiça. E para compreendê-la em sua amplitude, é preciso ir fundo em suas causas, entender a vida dos posseiros, o posicionamento do governo, o sangue frio dos jagunços, os esquemas do PCB. 

Kamila Leite link para voto: http://premiooxforddesign.com.br/projeto/916/kamila-de-oliveira-leite

Sendo a nova geração hoje que é capaz de deformar as mais diversas informações refletida na paleta de cores e tintas imaginária. A descostura de forma e cor pela proposta é a liberdade de informação que ilustra o imaginário contemporâneo .Sua ligação com a coexistência de temporalidades virtuais diversas que se atualizam em um presente híbrido e sempre desconstruído pela percepção de sua historicidade.

Sheilla de Souza Bibiano Lima link para voto: http://premiooxforddedesign.com.br/projeto/815/sheilla-de-souza-bibiano-lima

A Nova Geração de Brasileiros, busca uma simbiose entre a tecnologia e o movimento eco-design. Nesta proposta traçados simples com linhas pretas e retas representam circuitos, evidenciando contemporaneidade e tecnologia e o grafismo em verde e azul fazem alusão ao conceito eco-design.

Lucas Moreschi link para voto: http://premiooxforddedesign.com.br/projeto/1040/lucas-moreschi-da-silva

O conceito da arte, nada mais é que trazer um conforto visual ao usuário com porcelanas colorias, hoje vivemos em um mundo escuro, se repararmos bem as cores do nosso dia a dia são a maioria tons de cinza e preto, deixando o mundo obscuro, o preto são as armas, bombas, terrorismos, os ternos dos poderosos que causam isso, o cinza é a poluição mundial, lixo espalhados, gases das industrias poluindo a atmosfera e oceanos cheios de lixo, hoje lugares com cores vivas são raros, é encontrado mais em jardins como o De Keukenhof – Amsterdã – Holanda, Château de Villandry – Vale do Loire – França e Instituto Inhotim – Brumadinho – Minas Gerais, mais no nosso dia a dia não existe cores, nossa geração busca um mundo melhor para viver, um mundo de harmonia, simplicidade e igualdade, somos diariamente bombardeados com notícias ruins, crimes, roubos e injustiças, queremos o ser humano busca paz e tranquilidade, do qual encontramos em campos, fazendas, retiros, sítios, pousadas, rios, e etc. O homem quando está em contado com a natureza ele se mistura, se torna um, sempre que temos a chance ficamos descalços na grama e na areia, sempre nos encantamos com o cheiro e as cores das flores, rosas, margaridas, violetas, sempre que vemos o céu azul e limpo sentimos revigorantes, as cores nos proporcionam uma nova visão do mundo, uma nova maneira de pensar e de refletir, que existe um mundo melhor.

Lucas Moreschi

Lucas Moreschi – estudante de Design de Interiores

A votação para seleção dos 30 primeiros irá até dia 24/10;