Design de Interiores

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Quem é esse tal de Lighting Designer?

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SPOT BOLETIM ACADÊMICO DE DESIGN DE INTERIORES
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O Spot Boletim Acadêmico de Design de Interiores é um projeto desenvolvido por alunos do curso de Design de Interiores da Unicesumar, Campus: Maringá. São os atuais membros do Spot os alunos: Marciane Schuh,  Fernando Silva, Bárbara Faria e André Fernandes. Agora este jovem projeto fará uma parceria com o Diblioteca, dividindo com a gente, por aqui, as suas colunas. Para entrar em contato segue o e-mail: spotboletim@gmail.com

 

 

283456_198293073560894_7779263_nPaulo Oliveira é Formado em Design de Interiores. Pós-graduado em Light Design. Especialista em Ensino Superior. Professor; Palestrante; Colunista; Possui um blog – http://paulooliveira.wordpress.com/ – com informações e dados específicos sobre as áreas de Design de Interiores/Ambientes e Lighting Design.

Este,certamente, não é o profissional que vai “colocar umas luzinhas” pra você. O Lighting Designer é o profissional que possui especialização em iluminação e trabalha especificamente com a iluminação. Existem muitos profissionais no mercado que possuem esta especialização mas, no entanto, o que diferencia o lighting designer é a sua vivência na iluminação cênica,aquela do palco de teatro.

“Ah, então esse cara que trabalha com a luz é aquele que faz aquela iluminação mais cênica, que cria cenas?”

Não apenas isso, pois a iluminação cênica é apenas uma das bases do Lighting Design. É através das técnicas e efeitos cênicos utilizados nos palcos que o profissional aprende a iluminar sem precisar que as luminárias fiquem visíveis. Seu papel é fazer as pessoas perceberem, emocionarem-se,sentirem-se bem e seguras mas,sem perceber de onde está vindo esta luz ou,como dizemos, onde está a luminária. Sem este conhecimento o profissional é apenas um iluminador especializado.

Há também todo o conhecimento técnico sobre lâmpadas, luminárias e equipamentos para iluminação que este profissional domina e que o leva a saber perfeitamente qual lâmpada utilizar para cada função, espaço ou usuário. Por exemplo: você sabia que, à exceção dos LEDs, todas as lâmpadas emitem certa quantidade de radiação UV iguais aquelas do sol que podem causar câncer de pele? E que esta mesma radiação,aliada à forte projeção de calor na direção do facho da lâmpada,irá manchar e até mesmo deteriorar materiais,como madeiras,tecidos, objetos de arte, entre outros? Portanto, não espere dele aquela iluminação de revistas de decoração com belos lustres e tetos cheios de Spots. Prepare-se para sentir e usufruir da funcionalidade, qualidade, segurança, bem estar e a beleza que a luz irá proporcionar à sua vida.

 

SPOT BOLETIM ACADÊMICO DE DESIGN DE INTERIORES
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O Spot Boletim Acadêmico de Design de Interiores é um projeto desenvolvido por alunos do curso de Design de Interiores da Unicesumar, Campus: Maringá. São os atuais membros do Spot os alunos: Marciane Schuh,  Fernando Silva, Bárbara Faria e André Fernandes. Agora este jovem projeto fará uma parceria com o Diblioteca, dividindo com a gente, por aqui, as suas colunas. Para entrar em contato segue o e-mail: spotboletim@gmail.com

 

Para ler a 6a. Edição:

 

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DIblioteca 2016As imagens dos projetos e as informações são de responsabilidade de cada escritório e profissional mencionado.

Alessandro Húngaro para Spot

QUAL A RELAÇÃO ENTRE DESIGN DE INTERIORES E DESIGN GRÁFICO?

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O Spot Boletim Acadêmico de Design de Interiores é um projeto desenvolvido por alunos do curso de Design de Interiores da Unicesumar, Campus: Maringá. São os atuais membros do Spot os alunos: Marciane Schuh,  Fernando Silva, Bárbara Faria e André Fernandes. Agora este jovem projeto fará uma parceria com o Diblioteca, dividindo com a gente, por aqui, as suas colunas. Para entrar em contato segue o e-mail: spotboletim@gmail.com

 

Alessandro Hungaro – Designer Gráfico, atuante em Interiores na Empresa Hungaro Decor.

Alessandro Húngaro para Spot

Alessandro Húngaro para Spot

Uma relação muito próxima e ao mesmo tempo muito distante, grades curriculares muito parecidas, mas ao mesmo tempo com temas bem diferentes. O Designer Gráfico é formado para atuar em uma área de muitas possibilidades: web, games, comunicação, tv, um leque muito grande. O Designer de Interiores tem a formação voltada ao acabamento final e específico de projetos arquitetônicos residenciais e comerciais.

A relação mais evidente está na criação, por exemplo, da identidade visual em que o Designer Gráfico criou para a empresa “logotipo, cores e formas” o bom Designer de Interiores fará a ponte entre logotipo trazendo isso para o projeto de interiores formando um só trabalho. Na parte de interiores residenciais não existiria este tipo de ligação, a evidência maior estaria realmente ligada ao comercial. Invertendo o trabalho o bom Designer Gráfico, tendo em vista toda parte de interiores pronta, pode trazer para a parte de comunicação toda criação de elementos cores e revestimentos elaborado pelo Designer de Interiores, para a parte gráfica.

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Para ler a 6a. Edição:

 

 

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Larissa Camargo para o Spot

QUAIS AS ÁREAS DE ATUAÇÃO DO DESIGNER DE INTERIORES?

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QUAIS AS ÁREAS DE ATUAÇÃO DO

DESIGNER DE INTERIORES?

Larissa Camargo para o Spot

Larissa Camargo para o Spot

Larissa Camargo – Designer de Interiores, Professora e Coordenadora do Curso de Design de Interiores EAD da Unicesumar Maringá.

 

Diferente do que algumas pessoas ainda pensam, design de interiores não está restrito a “projetos de decoração”. A formação superior prepara um profissional que pensa no funcional e está tecnicamente capacitado para propor soluções que vão muito além da estética, podendo desenvolver projetos de ambientes residenciais, comerciais, institucionais, industriais e até de instalações efêmeras, ou seja, temporárias, como vitrinas, stands, feiras e eventos. Dentro de um projeto residencial, o designer de interiores pode elaborar lay outs de  distribuição de mobiliários dentro do ambiente, o desenho personalizado do próprio mobiliário, projeto de iluminação e gesso, revestimentos de piso e parede, detalhes complementares e objetos decorativos.

No caso do comercial, mais que elaborar um projeto estético e funcional, o designer de interiores está apto a trabalhar dentro das normas técnicas estabelecidas, e dentro do conceito de visual merchandising, onde todo o ponto de venda, incluindo sua vitrina, estabelece a identidade da empresa, tendo como foco o cliente usuário desses espaços. No caso desse tipo de projeto, o designer de interiores ainda pode desenvolver em conjunto com o projeto de interiores, a parte de comunicação visual do espaço. Essa situação é a mesma para os projetos institucionais e industriais.

Nos projetos efêmeros, o designer de interiores pode criar desde a estrutura para a instalação, até os detalhes internos dela, estando preparado e apto para projetar de acordo com o perfil da empresa, e as especificidades que esse tipo de projeto exige. Dentro desses conceitos, ainda existem atuações bem especificas, como interiores automobilísticos, embarcações, cenários, projeto de mobiliários e objetos.

AS POSSIBILIDADES SÃO INÚMERAS, E O CAMPO DE ATUAÇÃO NÃO

PARA DE CRESCER!

 

Para ler a 6a. Edição:

 

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Vanessa Santos

TEMAS E ESTILOS DE VITRINES

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Vanessa Santos, 04 de Novembro de 2016 07h40m

[continuação: conteúdo vitrine]

TEMAS E ESTILOS DE VITRINES

Existem vários temas para projetos de vitrine, assim como estilos diferentes para aplicação destes temas. Hoje vamos conhecer um pouquinho de cada um deles com exemplos práticos.

COMEMORATIVOS

Vanessa Santos

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Quando se trata de alguma data especial que temos durante o ano, onde o comércio todo se volta a este tema específico para vender seus produtos e serviços. Como dia das crianças, natal, dia dos namorados e até as trocas de estação.

Vanessa Santos

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PUBLICITÁRIO

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Quando alguma marca quer divulgar um produto específico ela trabalha com a vitrine somente daquele produto, juntamente com uma campanha feita em outras mídias, como tv, rádio, mídias sociais.

OPORTUNIDADE

Conhecidas como as vitrines de promoção ou liquidação, lembrando que, liquidação é quando a marca quer se livrar das últimas peças e produtos para a chegada de uma nova coleção, por isso faz aqueles descontos altos. Já a promoção pode até ser o lançamento de um novo produto, então isso não quer dizer um preço super baixo.

Vanessa Santos

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Vanessa Santos

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INSTITUCIONAL

Quando a vitrine quer transmitir o conceito da marca somente, para que o público dela consiga se identificar.

Vanessa Santos

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COTIDIANA

Quando a vitrine expõe os produtos da loja sem um tema específico, para demonstrar quais são os produtos que se vende na loja.

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Depois dos temas, temos também os estilos, que se adequam ao tema selecionado mas que expõe os produtos de formas diferentes. São eles:

ESCALA

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Quando o designer trabalha com tamanho dos objetos em escala diferente, seja para maior ou menor, dependendo da ênfase e do significado que se quer transmitir.

AÉREA

Quando a exposição do produto fica fora da base do piso.

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CONTÍNUA

Quando a loja possui vitrines separadas, mas existe uma continuidade da montagem das vitrines, para que o consumidor compreenda o tema a ser transmitido.

Vanessa Santos

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CENOGRÁFICA

 

Vanessa Santos

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Quando é feito um cenário, para que o consumidor se identifique em atividades do seu cotidiano utilizando aquele produto.

LUMINOSA

Se apropria de conceitos tecnológicos, principalmente de iluminação para montagem da vitrine.

Vanessa Santos

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CONCEITUAL

De alguma forma, a vitrine transmite o conceito daquele determinado produto para o consumidor.

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GRÁFICO

Utiliza de impressões, adesivos, painéis junto com o produto.

Vanessa Santos

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Estes são os temas e estilos mais conhecidos para se projetar uma vitrine. Se você gostou, pode pesquisar mais sobre eles para ajudar quando você for desenvolver o seu projeto.

 

 

BIBLIOGRAFIA:

journaldesvitrines.com/

Vitrinas, merchandising visual. Entre_vistas. Huguette Maier E Sylvia Demetresco. SENAC SP.

Vitrina, veículo de comunicação e venda. Fátima Lourenço e José Oliveira Sam. SENAC SP.

Vitrina, construção de encenações. Sylvia Demetresco. SENAC SP.

Estamos atendendo, revista ABC Design. Edição 44.

http://www.acifnet.com.br/arquivos/VITRINISMO_E_VISUAL_MERCHANDISING_ACIF_30102012.pdf

http://www.fashionbubbles.com/moda/estilos-de-vitrine-parte-13/

 

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Vanessa Santos, Designer de Interiores, Pós-Graduada em Artes Visuais. Atua na área do Design Gráfico, professora.

 

 

 

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Iª edição da Semana da Arquitetura e Urbanismo e o 1º Simpósio que ocorreu nos dias 24 a 26 de Outubro de 2016.

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IIª edição da  Semana da Arquitetura e Urbanismo e o 1º Simpósio que ocorreu nos dias 24 a 26 de Outubro de 2016.

 

Paulo Lenon, aluno do curso de Design de Interiores Unicesumar, com o tema “Projeto de Ambientação: Um estudo para o desenvolvimento de uma oficina para Drag Queens” apresentado na II Semana da Arquitetura e Urbanismo da Unifamma. Paulo Lenon aponta que “Tendo em vista que na atualidade a identidade de gêneros está encontrando espaços para debates e, que a visibilidade dos transformistas e drag queens aumentou, torna-se necessário o estudo de uma ambientação voltada à estes usuários.”

Patrícia Nino, aluna do curso de Design de Interiores Unicesumar, com o tema “Possibilidade do uso do papelão e da cortiça para um Revestimento de parede: Um Estudo de Caso” apresentado na II Semana da Arquitetura e Urbanismo da Unifamma. Informa a aluna: “A exploração e extração dos recursos naturais, utilizados para fins de revestimentos na construção civil, de maneira mal planejada e muitas vezes irrefletida vêm causando negativos impactos ambientais. Por essa razão o profissional do design de interiores deve atentar-se sobre possibilidade de criação de novos produtos para oferecer ao mercado.”

Gustavo Fiorini e Amanda Guerra, aluno e aluna do curso de Design de Interiores, com o tema “A importância da atuação do Design de Interiores nas Oficinas de Assistência Social” apresentado na II Semana da Arquitetura e Urbanismo da Unifamma. Os alunos explicam: “Visando a importância destes espaços internos cuja função é a de proteção básica de cidadãos que se encontram em situações de vulnerabilidade e riscos sociais, o presente trabalho têm por objetivo elaborar um modelo de sala de atividades para o CRAS de Paranavaí/PR, cujo ambiente deverá ser agradável em sua estética, acústica e funcionalidade de acordo com as propostas de Leis da
Assistência Social.”

 

 

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Professores Designers de Interiores e estudande de DI participaram da 18ª edição do Interdesigners e o 3º Simpósio Interdesigners em Bauru/SP

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18ª edição do Interdesigners e o 3º Simpósio Interdesigners que ocorreu nos dias 17 a 22 de Outubro de 2016 com o tema Ânima em Bauru/SP.

Estudante de Design de Interiores: Dayane Tanaka

 

A aluna Design de Interiores Unicesumar Dayane Tanaka apresentou o seu artigo “O Design de Interiores para a qualidade de vida em centros de idosos” orientada pela professora Esp. Carla Prado do curso presencial de Design de Interiores, o trabalho trata sobre despertar através do design de interiores a capacidade de autonomia dos idosos, objetiva-se sugerir uma ambientação adequada aplicando corretamento as cores, a iluminação e a ergonomia. O design de interiores torna-se fundamental na vida ativa dos idosos, explica Dayane Tanaka.

Designer de Interiores: Thiara Stivari

Designer de Interiores: Thiara Stivari

 

 

A pós-graduada Thiara Stivari e designer de interiores apresentou o artigo “O Estudo de Design para uma sala de aula modelo”, de acordo com a Thiara: o estudo versa sobre a observação no âmbito do design do modelo atual de salas de aula focado para exemplo em uma sala de aula do ensino superior e, apresenta um projeto alternativo, no intuído de inspirar e fomentar o estudo na área, salientando a importância de se repensar a educação contemporânea não somente em questões pedagógicas, mas também o espaço de ensino. 

Designer de Interiores: Adriano Cardoso

Designer de Interiores: Adriano Cardoso

O professor e designer de interiores Adriano Cardoso participou do evento como autor em co-autoria com as designers de interiores Larissa Camargo e Letícia Roque com dois artigos “O Papel do Designer de Interiores” e “O Ensino do Design na Educação a Distância: Uma Realidade Possível”, Adriano explica que o primeiro artigo retoma o que é design, onde ele se manifesta, qual o papel do designer e principalmente, onde o design de interiores está inserido em todos esses contextos, uma reflexão que busca essa relação entendendo o designer de interiores no contexto design. Já o segundo artigo traz a tona um estudo sobre a proposta de ensino EAD, o professor informa que  a modalidade de ensino a distância faz parte da educação nacional na atualidade, não se tem dúvida, porém, quando falamos de cursos na área de design, caracterizados e conhecidos como de conteúdos tão práticos, é possível a viabilização desse ensino? O levantamento indicou as possibilidades, metodologias e dificuldades que a modalidade enfrenta, porém um desafio para o novo e crescente nicho de mercado para Instituições de Ensino Superior, com procura cada vez maior por diferentes tipos de alunos, tanto mais velhos e já estabelecidos no mercado de trabalho, quanto o jovem que cursa sua primeira graduação, sendo que o EAD pode chegar a qualquer lugar que a internet opere.

Professora e Designer de Interiores: Carla Prado

Professora e Designer de Interiores: Carla Prado

Por fim, a professora e designer de interiores Carla Prado, do curso de Design de Interiores Unicesumar presencial, levou para o simpósio a discussão sobre “A historicidade do uso das pedras naturais nas ambientações brasileiras: um estudo de caso sobre brasilidade”, orientada pela Prof. Dr(a). Ismara Tasso líder do grupo de estudo GEDUEM/UEM, cujo tema discorre acerca do uso das pedras naturais como prática discursiva sobre a brasilidade na ambientação do living da designer de interiores Melina Mundim, Casa Cor 2015 de Belo Horizonte, a pesquisadora enfatiza que: o pensar sobre a historicidade do uso dos materiais e sobre sua subjetividade de uso na ambientação pode enriquecer o projeto, além de proporcionar funcionalidade e oferecer identificação dos usuários com o seu ambiente, transmitindo, dessa forma, suas crenças e história.

É muito importante a participação dos designers de interiores em eventos acadêmicos do Design, a partir destas apresentações é exposto o conteúdo sobre design de interiores, nestas experiências os participantes são enriquecidos com novos saberes, as trocas de conteúdos com outros profissionais podem melhorar ainda mais a área de design de interiores. Para alunos e professores pesquisar e desenvolver conteúdo é uma forma de apreender os conhecimentos, bem como, de melhorar as suas práticas em sala de aula. Aos professores é extremamente importante, visto que, a cada novo conteúdo produzido é possível melhorar a prática de ensino aumentando a qualidade de aprendizagem do design de interiores aos futuros profissionais (Carla Prado).

Participantes e ouvintes da Mesa Redonda sobre Design de Interiores

Participantes e ouvintes da Mesa Redonda sobre Design de Interiores – Interdesigners 2016 UNESP – Bauru/SP

 

Carla Prado – 26-10-2016 08:00hrs.

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Projeto ANPR – Design de Interiores

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Vanessa Santos, 25 de Outubro de 2016 14h53m

Os primeiros anos de Design de Interiores da Unicesumar estão com um projeto muito incrível que une Amor + Criatividade + Ação Social + Design para corações incríveis dos alunos da ANPR. Vamos transformar o espaço desta Instituição em um lugar de melhor convívio para todos que vivem ali como sendo sua segunda casa. Se você puder contribuir (não importa a quantia) o que importa é o seu coração, entre em nossa Vakinha coletiva e contribua, e espalhe essa notícia e essa boa ação.

* Porque Amor não é vivido de palavras, e sim de ações.*

Para saber mais: Vakinha coletiva: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/projeto-anpr-design-de-interiores

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Designers de Interiores Maringaenses participam do Concurso Oxford Porcelana

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O concurso Oxford está na sua segunda edição, ele propõe que estudantes e profissionais criem um design de estamparia para um conjunto de porcelanas da Empresa, o tema é a “Nova Geração de Brasileiros”, é um concurso regulamentado e aberto à toda população brasileira gratuita.

O concurso possui 3 etapas, a primeira etapa é passar para filtragem inicial, a Empresa verifica se o participante desenvolveu a arte de acordo com as regras de criação, de acordo com o texto do próprio regulamento:

As artes que contenham interpretações             contrárias à lei, à moral e aos bons costumes, que sejam consideradas impróprias, que agridam a imagem        e/ou direito da empresa promotora ou de terceiros, que possam causar danos                a terceiros, seja de ordem material e/ou moral, que sejam obscenas  e/ou pornográficas, que contenham dados (mensagens, informação, imagens) subliminares, que contenham dados ou informação que constituam ou possam constituir crime (ou contravenção penal) ou que possam ser entendidas como incitação à prática de crimes (ou contravenção penal), que constituam ofensa à liberdade de crença e às religiões ou que seja com conteúdo  racista ou discriminatório, enfim, as artes que não sejam aceitáveis, ao critério exclusivo da Comissão  Julgadora.

A segunda etapa consiste em uma votação pública na qual o participante precisa ser votado e estar entre os 30 primeiros lugares para ir à ultima etapa.

A terceira e última etapa será uma avaliação pelo juri da própria Empresa, constituído de profissionais reconhecidos na área.

Além disso o participante deve formular um texto justificando à sua criação, esta parte é relevante porque auxilia o aluno ao pensamento acerca de sua criação e, cria a possibilidade de argumentação tão necessária à vida profissional durante as negociações com clientes e usuários.

É interessante perceber a possibilidade de atuação do profissional designer de interiores em diversas áreas, dentre elas a do desenvolvimento de estamparias para diversos fins.

Segue os projetos de alguns designers de interiores:

  • Vanessa Santos – colunista do Diblioteca e professora na Unicesumar

Título: Bê-a-Bá brasileiro
Nome: Vanessa Barbosa dos Santos
Cidade/UF: Maringá/PR

Tem palavra que só brasileiro entende ta ligado? Tem expressões que são mó da hora. Um ‘jeitin’ de cada canto do país uai. E não se avexe pra entender, Porque tu, mina ou cara, Não pode da pitaco se é biscoito ou bolacha, Pois cada treco tem seu nome sem precisar dar confusão Se não, xiii…
Sobre o concurso a Vanessa fala: O tema do prêmio Oxford Design deste ano é sobre Nova geração de Brasileiros. Por isso, escolhi as expressões ditas pelo brasileiro em várias regiões do país porque é isso que nos torna únicos como nação, é isso que faz cada pedaço do Brasil ser incrível, e é isso que faz a gente se comunicar e expressar quem somos. E apesar das gerações estarem em constante transformação, assim como o nosso país e nosso mundo, estas expressões conseguem carregar história e significado de uma geração a outra.

  • Carla Prado – diretora de edição do Diblioteca e professora na Unicesumar

Título: Povos Indígenas
Cidade/UF: Maringá/PR
Diante do atual destaque sobre as questões indígenas no Brasil e no mundo, propõe-se esse projeto para a coleção Oxford, que destaca a importância destes povos, sua cultura, arte e crenças. Após a repercussão negativa da festa dos 500 anos do “descobrimento” Brasil em relação à estes povos, além da questão da alta taxa de suicídio entre os jovens indígenas, a sociedade expressa a sua preocupação com os povos indígenas brasileiros. Neste sentido, em 2015 houve no Tocantins, Palmas, o I Jogos Mundiais Indígenas, com a participação de diversas etnias, celebrando suas culturas. A coleção Povos Indígenas inspirou-se nas formas e cores de suas pinturas corporais e de seus adereços. O grafismo, o urucum e a palha representando a integração, a cultura, a força, a beleza destes povos. Valorizando uma de nossas origens como população.

  • Maria Fernanda – Designer de Interiores

Título: Bahia- Explosão de cultura e arte
Cidade/UF: Maringá/PR A linha “Bahia- Explosão de cultura e arte” traz representações das principais simbologias da Bahia.

  • Arthur Cantarelli Silva – Designer de Interiores

Arthur Cantareli link para voto; http://premiooxforddesign.com.br/projeto/1006/arthur-cantarelli-silva

Título: Do cinza ao laranja
Cidade/UF: Maringa/PR
Uma nova geração coletiva, misturada e conectada. Uma geração de quebra de preconceitos, livre para expressar suas ideias e sentimentos. O indivíduo é representado por pontos feitos à mão de forma despretensiosa a fim de realçar a singularidade de cada um. As louças se conectam mostrando a trajetória de brasileiros cada vez mais harmônicos. As cores simbolizam a transformação e evolução dos conceitos desta nova sociedade. A cor laranja é caracterizada por ser dinâmica e criativa, como é e sempre será o nosso povo brasileiro.

  • Letícia Roque – Designer de Interiores
  • Pedro Moretti – Designer de Interiores
Título: SERRA PELADA – O GARIMPO DA VIDA
Cidade/UF: Maringá/PR
A história que trago através dos desenhos feito na linha Coup é sobre Serra Pelada, o maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado no sudoeste do Estado do Pará. A partir de 1980 após a descoberta do ouro no local, e em menos de um ano já tinha ali 30 mil garimpeiros. Muitas pessoas perderam a vida em busca do sonho do ouro. Acredito que muitas pessoas ainda não tem conhecimento do que foi a Serra Pelada, e com os desenhos nos pratos isso pode se tornar mais conhecido. O primeiro prato traz o mapa da região, mostrando rios, estradas e cidades que ficavam em torno da Serra Pelada. O segundo traz o desenho que remete a vista aérea, forma que o garimpo deixou marcado aquele local. O terceiro prato traz as escadas, que foram usadas pelos garimpeiros para subir de onde estava acontecendo a extração até o topo do “buraco” O primeiro pires remete aos trabalhadores, pela grande quantidade pareciam formigas trabalhando, para complementar, a xícara trás novamente as escadas, objeto usado pelos garimpeiros, formando uma das cenas mais marcantes da serra. O segundo conjunto, o pires representa a ferramenta que eles usavam para peneirar a terra e encontrar o ouro, a xícara representa o ouro em cima dessa peneira, com os dizeres ” 30 toneladas de ouro” que foi o total de ouro tirado de lá oficialmente.

O designer Pedro já está entre os 30 finalistas.

Alguns futuros designers de interiores participantes:

Ed Carlos link para voto: http://premiooxforddedesign.com.br/projeto/793/ed-carlos-bordignon-de-oliveira

A questão agrária é uma ferida aberta num País em que há terra de sobra. E mal aproveitada. O Norte do Paraná deixou lições também ao misturar ao roxo de suas terras o sangue dos que morreram durante a guerra (de Porecatu). Os conflitos aqui começaram a florescer em 1942, com o loteamento de 120 mil hectares de terras devolutas, e só foram terminar em 1951, com a prisão dos dirigentes comunistas. Durante todos estes anos, muitos posseiros morreram, vítimas de jagunços e da polícia. Muitos perderam terras e esperanças. A guerra deixou rastros de violência e injustiça. E para compreendê-la em sua amplitude, é preciso ir fundo em suas causas, entender a vida dos posseiros, o posicionamento do governo, o sangue frio dos jagunços, os esquemas do PCB. 

Kamila Leite link para voto: http://premiooxforddesign.com.br/projeto/916/kamila-de-oliveira-leite

Sendo a nova geração hoje que é capaz de deformar as mais diversas informações refletida na paleta de cores e tintas imaginária. A descostura de forma e cor pela proposta é a liberdade de informação que ilustra o imaginário contemporâneo .Sua ligação com a coexistência de temporalidades virtuais diversas que se atualizam em um presente híbrido e sempre desconstruído pela percepção de sua historicidade.

Sheilla de Souza Bibiano Lima link para voto: http://premiooxforddedesign.com.br/projeto/815/sheilla-de-souza-bibiano-lima

A Nova Geração de Brasileiros, busca uma simbiose entre a tecnologia e o movimento eco-design. Nesta proposta traçados simples com linhas pretas e retas representam circuitos, evidenciando contemporaneidade e tecnologia e o grafismo em verde e azul fazem alusão ao conceito eco-design.

Lucas Moreschi link para voto: http://premiooxforddedesign.com.br/projeto/1040/lucas-moreschi-da-silva

O conceito da arte, nada mais é que trazer um conforto visual ao usuário com porcelanas colorias, hoje vivemos em um mundo escuro, se repararmos bem as cores do nosso dia a dia são a maioria tons de cinza e preto, deixando o mundo obscuro, o preto são as armas, bombas, terrorismos, os ternos dos poderosos que causam isso, o cinza é a poluição mundial, lixo espalhados, gases das industrias poluindo a atmosfera e oceanos cheios de lixo, hoje lugares com cores vivas são raros, é encontrado mais em jardins como o De Keukenhof – Amsterdã – Holanda, Château de Villandry – Vale do Loire – França e Instituto Inhotim – Brumadinho – Minas Gerais, mais no nosso dia a dia não existe cores, nossa geração busca um mundo melhor para viver, um mundo de harmonia, simplicidade e igualdade, somos diariamente bombardeados com notícias ruins, crimes, roubos e injustiças, queremos o ser humano busca paz e tranquilidade, do qual encontramos em campos, fazendas, retiros, sítios, pousadas, rios, e etc. O homem quando está em contado com a natureza ele se mistura, se torna um, sempre que temos a chance ficamos descalços na grama e na areia, sempre nos encantamos com o cheiro e as cores das flores, rosas, margaridas, violetas, sempre que vemos o céu azul e limpo sentimos revigorantes, as cores nos proporcionam uma nova visão do mundo, uma nova maneira de pensar e de refletir, que existe um mundo melhor.

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Lucas Moreschi – estudante de Design de Interiores

A votação para seleção dos 30 primeiros irá até dia 24/10;

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Destinos: inspiração para a Decoração

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Raphaella Almeida, 13 de Outubro de 2016 15h00m

Vamos viajar?
Hoje vamos usar como inspiração as paisagens, culturas e costumes de outros lugares para ambientar nossa casa.
É sempre uma delícia viajar conhecer novos lugares e culturas, mas como dizemos, não tem coisa melhor que voltar para casa!. E para não ficarmos com saudades do paraíso que tal trazer para nosso dia dia aquele gostinho de férias, de lugar novo, deixando nossa casa ainda mais divertida e alegre.
Para fazer isso nada melhor do que trazer detalhes locais, capturar a vibração e estética do lugar. Mas não se preocupe se nunca esteve por lá, alguns toques com seu estilo e referencias podem te transportar para lá sem precisar de passaporte!

México:

Acolhedores cobertores listrados, almofadas floridas e muitas cores, são jeitos fáceis de trazer um pouco da cultura mexicana para sua casa.

Quanto mais cor, melhor. Também adoro as luzes cintilantes festivas na varanda desta casa. Eles gritam “fiesta”!

Raphaella Almeida

Raphaella Almeida

Raphaella Almeida

Raphaella Almeida

Raphaella Almeida

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  • Costa Rica:

    Se você viajou para algum lugar tropical como Costa Rica, considere transformar sua sala em seu próprio exuberante paraíso tropical, com muita vegetação, almofadas com estampas animais, flamingos e cores alegres e quentes.

    Raphaella Almeida

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  • Paris:

    É difícil visitar Paris e não cair por amores, não é mesmo? E que tal trazer todo esse romance, charme e elegância para sua casa, misturando peças modernas e antigas, dando ao ambiente um ar de elegância parisiense.

    Raphaella Almeida

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  • Marrocos:

Inspiração linda para espaços abetos, recheado com plantas e cor!

Raphaella Almeida

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Raphaella Almeida

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  • Palm Beach:
    Traga a Florida e seu espirito alegre e praiano para dentro de casa!
    Mobiliário todo-branco, madrepérola, estampas em papel de parede e muitas, muitas plantas.
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Raphaella Almeida

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Raphaella Almeida

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Raphaella Almeida

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Se inspire em suas viagens e deixe sua casa ainda mais linda!

Raphaella

 

Raphaella Almeida, graduada em Design de Interiores pela Faculdade Belas Artes de São Paulo, atua no mercado projetando e escrevendo sobre arte, design e interiores. www.raphaellaalmeida.com.br / instagram: RA Interior Design

 

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DIblioteca 2016As imagens dos projetos e as informações são de responsabilidade de cada escritório e profissional mencionado.

 

Vanessa Santos

Vitrine: Tipos e propostas

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Vanessa Santos, 07 de Outubro de 2016 07h40m

[continuação: conteúdo vitrine]

A loja deve ser um importante espaço de experiência para o consumidor, um espaço de comunicação dos valores e expressão que a marca quer passar para o seu público.

 

O termo vitrina foi incorporado por volta do século XIX, vindo do francês, que é o mais correto, diferente do que a gente está acostumado a dizer que é vitrine.

Existem 3 propostas de um projeto de vitrine:

  1. Ser vista
  2. Prometer algo
  3. Persuadir e criar o desejo do consumidor comprar
p01v05

Vanessa Santos

 

Ela é responsável por até 90% dos resultados de venda de qualquer loja.

Uma boa estratégia de Design para um projeto de vitrine tem que pensar em:

  • Elementos sensoriais para comunicar a marca;
  • Os elementos do design: forma, cor, proximidade, alinhamento, contraste, repetição;
  • Construção textual de um mundo para o produto para estabelecer relação com quem o percebe.

 

Vanessa Santos

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É importante que nós como profissionais projetamos para ativar os efeitos físicos e psicológicos do consumidor para que ele acredite que obter aquilo que a vitrine vende o fará ser a pessoa mais feliz do mundo.

É como na mitologia grega com a história da caixa de pandora, você incita a curiosidade para que a pessoa queira entrar na loja e saber o que ela oferece.

Vanessa Santos

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Para isso é importante para o Designer:

– Ser detalhista

– Sentir a energia da fantasia

– Estar preparado para mudanças

– Aproveite o caso

– Conheça cores

– Não ignore ideias

– Brinque sem sair do sério

– Leia, conheça sobre várias coisas da vida

 

Vanessa Santos

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E além disso, na hora de planejar um projeto é importante:

  1. Conhecer a marca e produto
  2. Saber o público alvo
  3. Reconhecer o espaço da loja e localização
  4. Vitrine aberta ou fechada?
  5. Definir tema e estilo a ser utilizado
  6. Trabalhar cores e iluminação
Vanessa Santos

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[Ainda teremos continuação: aguardem próxima coluna 3 parte do conteúdo sobre Vitrine]

 

Vanny Perfil

Vanessa Santos, Designer de Interiores, Pós-Graduada em Artes Visuais. Atua na área do Design Gráfico, professora.

 

 

 

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