Design de Interiores

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Design e arquitetura ajudando a curar!

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Raphaella Almeida, 29 de Setembro de 2016 08h00m

Hoje vou mostrar projetos de design de centros médicos que venceram o American Institute of Architects (AIA) National Healthcare Design Awards ,  são 7 projetos que reestruturaram hospitais, mudando o layout de um posto de enfermagem ou ajustando os níveis de ruído em uma sala de medicação, reduzindo os erros. Essas foram algumas das soluções que arquitetos e designers estão encontrando para ajustar o ambiente físico e levar mais segurança – e saúde – para os pacientes.

Há muito mais consciência hoje de como ambientes saudáveis ajudam os pacientes a se curar, diz Joan Suchomel, líder da AIA para a Saúde. “Isto é, por sua vez, relacionado a estudos de design baseadas em evidências que realmente provam que não é apenas intuitivo isso, são dados realmente comprovados em muitos casos.”

Veja esses 7 exemplos como a arquitetura e o design podem melhorar a vida dos pacientes:

  1. Kaiser Permanente, Kraemer Radiation Oncology Center; Anaheim, CA:

O tratamento em que são submetidos pacientes de câncer tende a ser bastante desgastante, normalmente 5 dias por semana, durando semanas e até mês.

Esse novo centro é projetado para tornar o processo mais relaxante e tranquilo possível. Em cada sala de tratamento existem enormes janelas, de onde se vê um belo jardim zen, inspiradas pela evidência de que vislumbrar a natureza melhora o dia de qualquer pessoa.

Fonte : hypeness

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2. Planned Parenthood do Queens: Centro de Saúde Diane L. Max; Queens, New York:

Moderno e luminoso, é assim que o prédio se destaca na paisagem cinza da cidade. Os designers queriam que ele fosse uma nova e importante parte da comunidade. Eles também procuraram trazer uma nova experiência para quem visita o ambiente hospitalar, os espaços com presença de cor e iluminação divertida. Tornando o espaço mais agradável para quem por lá fica.

    Fonte : hypeness

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3. The Christ Hospital Joint e Spine Center; Cincinnati:

 

Neste hospital, os quartos dos pacientes têm vista exterior e paredes de vidro que permitem luz natural nos corredores. À noite, as paredes de vidro estão cobertas de cortinas blackout. Jardins suspensos fornecem um ambiente tranquilo para que os pacientes e visitantes descansem rodeados por plantas.

Fonte : hypeness

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4.    Memorial Sloan Kettering (MSK) Centro Ambulatório Regional de Câncer; West Harrison, Nova Iorque:

Um antigo prédio de escritórios de 1950, se transformou nesse moderno espaço, cheio de luz e paz para pacientes e funcionários. Os interiores foram projetados para parecer o mínimo possível com um hospital. Equipamentos médicos ficam escondidos da vista dos pacientes.
Wearables (equipamentos vestíveis) acompanham os movimentos dos pacientes para ajudar o pessoal do centro a operar de forma eficiente. Os quartos têm vista para o exterior e linhas de visão claras para as estações dos enfermeiros.

Fonte : hypeness

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5.    Centro de Câncer da Universidade do Arizona (UACC) e Dignity Health St. Joseph’s Hospital and Medical Center; Phoenix (Arizona):

Esse centro de câncer é cercado por painéis de cobre, que proporcionam ambientes mais frescos e trazem um sentido de proteção e privacidade. O interior de madeira e pedra, com um “jardim de cura” no meio, se destina a se sentir mais em um hotel ou spa do que em um hospital.
O layout cuidadoso do edifício permite que os pacientes e funcionários tenham de passar o mínimo tempo possível indo de um lugar para outro.

Fonte : hypeness

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6.    Centro Médico da Universidade de Nova Orleans; Nova Orleans:

Após o Katrina, o Centro Médico Memorial em Nova Orleans foi cercado por água da enchente, perdeu eletricidade e alguns pacientes não resistiram e morreram. Perto dali o Charity Hospital conseguiu evacuar os pacientes, mas o próprio hospital também foi destruído.
Este novo hospital, um substituto para o Charity, foi criado para sobreviver a catástrofes naturais. O projeto permite que o hospital funcione por até uma semana depois de um grande furacão praticamente sem suprimentos externos e as rampas das ambulâncias podem ser acessadas por botes. No interior, o espaço calmo oferece aos pacientes salas privadas, luz natural e vistas externas.

Fonte : hypeness

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7.    Hospital Infantil de Seattle, Clínica do Sul; Seattle:

O edifício inclui atendimento de emergência, ambulatorial, fisioterapia e clínicas especializadas, tudo em um espaço muito luminoso. A nova parede de vidro traz luz natural; fora, o telhado que capta água da chuva e rega um jardim tropical.

Fonte : hypeness

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Ver que a arquitetura e o design estão trazendo melhores condições para as pessoas é algo maravilhoso!
Que continuem criando lindos e ótimos projetos como esses.

Fonte : hypeness

 

Raphaella

Raphaella Almeida, graduada em Design de Interiores pela Faculdade Belas Artes de São Paulo, atua no mercado projetando e escrevendo sobre arte, design e interiores. www.raphaellaalmeida.com.br / instagram: RA Interior Design

 

 

 

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Vitrine: Breve histórico

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Vanessa Santos, 23 de Setembro de 2016 07h40m

Olá pessoal, vocês sabiam que como Designers podemos trabalhar com projetos efêmeros relacionados a visual merchandising? Mais conhecidos como Vitrines.

Pois é, hoje com a quantidade de informações que temos, muitas lojas espalhadas pelas ruas, uma confusão de imagens visuais, prender atenção do cliente/consumidor está cada vez mais difícil.

E mais que um bom projeto de design para uma vitrine, é preciso conhecer a marca, o produto ou serviço e o cliente pra quem vamos projetar.

“Da simples necessidade de informar a natureza do negócio até a proposta de fornecer uma experiência com a marca, as fachadas comerciais sempre foram uma das principais formas de despertar interesse no comprador.”

Mas antes de conhecer os projetos de vitrine, é importante saber quando ela surgiu e entender sua história.

As vitrinas surgiram na Idade Média, após o reinado de Carlos Magno, onde em 1154 com as guerras das Cruzadas, o comércio começou a crescer na Europa por influência do oriente. Como as Cruzadas eram feitas pelos mulçumanos e cristãos, os turcos levaram sua força de comércio para a Europa.

Foi daí que surgiu a palavra BAZAR, que significava mercado em turco, e depois passou a ser MAHÂZIN que era Magasin em francês.

Vanessa Santos

Vanessa Santos

 

Esse tipo de comércio era feito nas ruas de forma nômade, pois as pessoas iam mudando de lugar conforme as cruzadas e a necessidade. Os principais produtos a serem comercializados eram os de necessidade primária e artefatos de guerra. Com o passar do tempo, outros artefatos começaram a ser produzidos pelos artesãos.

A partir do Séc. XVII, as feiras de rua começaram a diminuir, e os artesãos começaram a transformar suas casas em ateliers, e de alguma forma, sentiram a necessidade de colocar em suas fachadas a informação do que era ali. No início, as fachadas eram feitas de metal, gravadas em madeira ou pintadas a tinta para indicar o nome do estabelecimento.

Após a guerra, um pouco antes da metade do Séc. XIX, a Europa começou a crescer social e economicamente, e as vitrinas começam a assumir um papel importante no comércio.

As ruas são divididas pelas calçadas, e as pessoas passam a ter pontos de encontro nas noites em frente as boutiques, como exemplo na cidade de Paris. E a partir daí, as opções de consumo e o comércio de objetos de desejo se multiplicaram.

[continua na próxima postagem]

Vanny Perfil

 

Vanessa Santos, Designer de Interiores, Pós-Graduada em Artes Visuais. Atua na área do Design Gráfico, professora.

 

 

 

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Raphaella Almeida - Colunista

Revestimento 3d, voltando aos interiores!!

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Raphaella Almeida, 15 de Setembro de 2016 08h00m

Hoje falaremos dos revestimentos 3d, sim aqueles que você já viu antigamente e hoje voltam com novos desenhos, novos encaixes e feitos de diferentes materiais, como, azulejo, gesso, cimento, mdf e madeira. Este é um revestimento que pode ser usado em qualquer cômodo interno ou externo, inclusive fachadas. Ira depender apenas do material que ele é produzido, por exemplo, os revestimentos feitos de azulejos podem ser usados tanto em áreas internas quanto em áreas externas, apresentando boa durabilidade. Já as placas em 3D feitas de gesso não são recomendadas para áreas molhadas (banheiros, cozinhas e etc) e áreas externas, porém podem ser ideais para áreas internas, pois apresentam um bom acabamento e redução de custo frente às de azulejo, sendo custo benefício um dos pontos fortes juntamente com durabilidade.

Raphaella Almeida

Raphaella Almeida – Colunista

 

Raphaella Almeida - Colunista

Raphaella Almeida – Colunista

 

Raphaella Almeida - Colunista

Raphaella Almeida – Colunista

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Raphaella Almeida - Colunista

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Raphaella Almeida - Colunista

Raphaella Almeida – Colunista

 

Raphaella Almeida - Colunista

Raphaella Almeida – Colunista

 

Raphaella Almeida - Colunista

Raphaella Almeida – Colunista

 

Aproveite para dar destaque a um ambiente com revestimentos 3d, invista também na iluminação para trazer mais aconchego e valorizar os desenhos.

 

Raphaella

Raphaella Almeida, graduada em Design de Interiores pela Faculdade Belas Artes de São Paulo, atua no mercado projetando e escrevendo sobre arte, design e interiores. www.raphaellaalmeida.com.br / instagram: RA Interior Design

 

 

 

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Dia a dia mais saudável!!

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Raphaella Almeida, 01 de Setembro de 2016 17h25m

Dia a dia mais saudável

Olá leitores do Diblioteca! Me chamo Raphaella Almeida, sou Designer de Interiores, apaixonada por arte, música, jornalismo, arquitetura e tudo mais que envolva design.  Nos veremos por aqui daqui pra frente e trocaremos conteúdo maravilhoso desses mundos, que acredito eu, todos nós amamos. Nesta coluna, vamos sempre abordar assuntos variados e trazendo para situações do nosso dia a dia, para todos podermos conviver com o Design.

E para começar, vamos falar de muito verde!

Quando pensamos em verde nos interiores nos vem logo a cabeça paredes vivas e telhados verdes, que são hoje o mais perto que ficamos da natureza dentro de casa. Elas claro, merecem um lugar de destaque, por isso vou mostrar algumas situações em que podemos conviver mais com o verde.

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  1. Ecossistema externo:

Toda folhagem nova colocada em um local que perdeu sua natureza, certamente atrairá abelhas, insetos, pássaros, criando um mini ecossistema que foi perdido com a construção. Provavelmente seria melhor para o Design projetar um novo prédio que pensasse no ecossistema. Mas criar uma parede verde em algo que já existe é ótimo para dar um UP, valorizar e evitar a demolição e os gastos com novos materiais para a futura construção. Além de deixar cicatrizes menor na terra.

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2.Verde nos céus:

As vezes queremos deixar nossos ambientes mais verdes, mas recebemos pouca luz ou não temos espaço nos interiores. Não pense que isso será um problema, pois podemos fazer um telhado verde!
Eles oferecem benefícios igualmente as paredes vivas ou os pequenos jardins, devolvem a regeneração do ecossistema e regulação da temperatura natural. Esse tipo de telhado exige um estudo mais especifico e um pouco mais de atenção, pois é preciso garantir que o peso da terra e folhagens não ira atrapalhar na estrutura da casa. Mas a recompensa que isso trará para sua casa compensa os cuidados e preocupações iniciais.

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3. Toque novo:

A garagem costuma ser um lugar pouco visto e que poucas pessoas se preocupam. Mas com uma parede verde pode-se criar algo novo e diferente para um espaço que é sempre esquecido.

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4. Diferentes tipos:

Além de trazer novos áreas ao espaço, podemos usar várias espécies de plantas, deixando nosso ambiente mais criativo, convidativo, colorido deixando ainda mais belo nosso espaço verde.

 

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5. Renovando o ambiente:

Se você não tem um grande espaço para fazer a parede verde, não tem problema, separe um lugar de destaque do ambiente e mesmo que pequeno ele trará a beleza e valorização da parede verde e do espaço.

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6. Metade Verde:
Que tal dar um novo ar para sua sala de estar, mas se não quiser não precisa fazer uma parede toda viva, faça metade e já terá uma grande mudança. Acentuando o topo com videiras terá o mesmo efeito majestoso de um jardim secreto transbordando um muro de contenção.

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7. Versátil

Nesse modelo de parede verde usamos vasos e permite experimentar diferentes tipos de plantas e encontrar a que melhor se adapta ao interior da casa. Essa ideia também é ideal para uma mini horta, principalmente quando se encontra próximo da cozinha.

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8. Corredor verde:

Para deixar mais agradável e dar um toque novo ao seu corredor, invista na parede verde. Nesse caso teve ainda a sorte de ter essa parede toda de vidro que trará uma iluminação maravilhosa para o espaço.

Raphaella

Raphaella Almeida, graduada em Design de Interiores pela Faculdade Belas Artes de São Paulo, atua no mercado projetando e escrevendo sobre arte, design e interiores. www.raphaellaalmeida.com.br / instagram: RA Interior Design

 

 

 

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Stands

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Vanessa Santos, 26 de Agosto de 2016 07h40m

Hoje vamos conversar e falar um pouco sobre um projeto muito criativo que nós Designers podemos desenvolver: os Stands.

Stand são estruturas planejadas e construídas para divulgar uma marca e/ou produto em um determinado espaço, despertando assim, sensações e criando experiências com o público alvo. Esses projetos requerem que o profissional incorpore conhecimentos relacionados a outras áreas e assuntos relacionados ao projeto em questão. É ideal para empresas que visam investir em sua identidade visual, tornando assim, sua marca mais conhecida. Os materiais podem ser dos mais variados, desde o uso de metais, MDF, dry wall, vidros, acrílicos, como painéis de madeira e alumínios.  Vale ressaltar que para um bom projeto, o designer deve pensar em qual será o público alvo, conhecer a história do produto ou da marca, valores, missão e visão e qual será o objetivo e diferencial do projeto.

O profissional de design de interiores pode trabalhar com diversos tipos de stands, sendo eles,

STAND BÁSICO e PADRÃO

Construído com o sistema modular, nestes projetos não é possível inovar tanto nas medidas e formatos. Costumam ter o preço reduzido e a vantagem de serem fáceis para montar. O chão costuma ter apenas uma forração do piso do pavilhão.

Também é montado através do sistema modular, porém pode-se contar com um piso elevado, feito de madeira com revestimentos, e teto com um pergolado de alumínio. Também é possível dividi-lo em várias salas menores.

STAND CONSTRUÍDO

Projeto personalizado, montado sem o uso de peças modulares. Costuma ter paredes e teto em madeira, mas nada é regra. Este tipo de stand possibilita o uso de estruturas mais arrojadas, podendo até criar projetos com mezanino.

Loja COS – Feito com uma estrutura móvel e desmontável

Loja COS – Feito com uma estrutura móvel e desmontável

 

STAND CENOGRÁFICO

A construção do stand não segue qualquer padrão para criar uma ambientação temática, que certamente chama a atenção dos visitantes, cabendo ao profissional o feeling para projetar o espaço.

Stand Heineken Rock in Rio

Stand Heineken Rock in Rio

 

Stand Amazon

Stand Amazon

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Stand Amazon

Proposta de interação do público com a forma como o serviço da Amazon é feito.

Proposta de interação do público com a forma como o serviço da Amazon é feito.

 

Para um projeto de Stand é necessário:

  • Conhecer o público alvo;
  • História da marca e conceito;
  • Visão, missão e valores;
  • Produto ou serviço;
  • Qual o objetivo e diferencial do projeto;

Para você que é curioso, existe um Festival muito famoso que trabalha com a criatividade, Design em Stands, que acontece todo ano na África do Sul chamado Indaba. Vale a pena conferir e pesquisar mais sobre.

http://www.designindaba.com/festival

http://www.designindaba.com/festival

 

http://www.designindaba.com/festival

http://www.designindaba.com/festival

 

http://www.designindaba.com/festival

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http://www.designindaba.com/festival

http://www.designindaba.com/festival

Vanny Perfil

Vanessa Santos, Designer de Interiores, Pós-Graduada em Artes Visuais. Atua na área do Design Gráfico, professora.

 

 

 

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Um pouco de: história do mobiliário.

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Olá pessoal, segue mais um estudo contando um pouquinho da história do mobiliário. Espero que isso instigue a busca pelo conhecimento à cerca de um dos itens que complementam nosso design de interiores.
Abraços e até a próxima 🙂

Um pouco de: história do mobiliário

Adriana Stedille, 15 de Junho de 2016 15h20m

O mobiliário foi introduzido na sociedade através da necessidade de fixação de moradia, no período entendido como Neolítico (cerca de 10 mil anos atrás), pois necessitava de um espaço seguro para repousar.

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Com o passar do tempo o mobiliário se tornou índice de interesses sociais, pois, era utilizado pela nobreza, como forma de ressaltar o poder e hierarquia perante a população.

Trono do Egito Antigo

Trono do Egito Antigo

Na atualidade o mobiliário é parte integrante da vida cotidiana agregando conforto e praticidade ao dia-a-dia. O mobiliário marca a evolução da sociedade através de seu desenvolvimento cultural e tecnológico, sendo que, dentro de cada contexto histórico, é capaz de estabelecer as atividades cotidianas, gosto e cultura de uma civilização.

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Os fatores sociais, culturais e comerciais influenciam a forma de enxergar um produto, muitas vezes, suplantando os fatores perceptuais. Existem influências culturais no estilo de produtos que podem ter ciclos de vida longínquos, até centenários. A Figura abaixo ilustra imagens de algumas cadeiras que foram criadas há anos e ainda continuam no ápice do design.

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É muito comum haver diversas culturas inseridas em um mesmo ambiente físico e, ao aproximar artefatos e cultura, estes objetos se tornam mediadores da prática cultural, onde o significado do produto deve ser considerado segundo o contexto cultural no qual está e será inserido, pois cada região possui seus próprios signos e vínculos culturais.

Para a confecção de um produto de uso coletivo, como o mobiliário e principalmente, para o projeto de um ambiente completo é importante considerar as necessidades gerais do grupo que o utilizará, durante todo o processo de design, visando contemplar a maioria dos usuários, trazendo estética, aconchego, praticidade ao dia a dia destes usuários.

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Adriana_Stedille

Adriana Stedille, graduada em Design de Produto pela Faculdade da Serra Gaúcha em Caxias do Sul; Designer de Interiores pela Criart de Porto Alegre, e graduanda em História da Arte pelo Claretiano; Diretora de Criação da empresa Usina Interior Design em Caxias do Sul. Contato: contato@usinaid.com.br

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Como fazer um jardim de inverno

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Decora Click, 04 de Junho de 2016

Primeiramente vamos ao conceito do que é um jardim de inverno, é um ambiente aberto ou semiaberto inserido em uma residência para o cultivo de plantas.

Com esse conceito, muitas pessoas pensam que seria praticamente impossível ter um jardim de inverno, que poderia ser difícil a execução e que atrapalharia o projeto da residência, o que seria um grande engano! Na verdade ele te ajudará a resolver vários problemas, trazendo o verde, a sensação de conforto a sua casa e permitindo trazer iluminação e ventilação aos ambientes que não possuem janelas, tornando tudo mais agradável!

Então, como fazer um jardim de Inverno?

Um Jardim de inverno pode estar localizado em vários lugares, como na sala de estar, jantar, cozinha, embaixo ou ao lado das escadas e até mesmo nos banheiros.

Muitas coisas envolvem um jardim de inverno, então coloque tudo em um papel antes de colocar as ideias em prática. Esboçar como ficará depois de pronto e listar os materiais é essencial para um bom resultado. Coloque na lista os tipos de plantas, as pedras, se houver madeira, deck, caminho, vasos, grama, o revestimento da parede e do piso e não esqueça da iluminação.

Vamos a algumas dicas:

Escolha o tipo de vegetação, como rasteira, médio porte, folhagem ou florais, opte pelas mais resistentes, pois serão inseridas no interior de uma casa e não esqueçam de ver qual o tipo de sol ela irá receber (sol da manhã ou da tarde), isso influenciará na compra das plantas. Vejam algumas espécies:

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Se as plantas não forem plantadas no solo, invista em belos vasos, com formatos e tamanhos diferentes, isso fará toda diferença!

PLANTAS02Na escolha das pedras, compre mais de um tipo, para que possa formar desenhos em seu jardim, aposte também em pedras grandes elas dão um charme e trazem ainda mais a sensação de natureza!

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Se você se animou, mas ainda não tem ideia de local ou estilo do seu jardim de inverno, mostraremos alguns ambientes para inspirá-lo!

Uma ótima opção é ao lado da sala de estar ou de jantar.

Observe que foram postas plantas na parede, uma ótima opção para os que não pretendem mudar o revestimento.

Observe que foram postas plantas na parede, uma ótima opção para os que não pretendem mudar o revestimento.

 

Nesse jardim, a brincadeira nos tamanhos e diversidades nos transportam da cidade para uma casa de campo.

Nesse jardim, a brincadeira nos tamanhos e diversidades nos transportam da cidade para uma casa de campo.

Veja como foram feitas as trocas dos materiais no piso, primeiro a grama, depois as pedras marrons e em seguida um mosaico com o piso até ser transformado no piso contínuo.

Veja como foram feitas as trocas dos materiais no piso, primeiro a grama, depois as pedras marrons e em seguida um mosaico com o piso até ser transformado no piso contínuo.

 

Outro ótimo lugar é inseri-lo na cozinha.

 

Foram utilizadas pedras para revestir a parede, dando uma sensação de conforto e um deck de madeira que facilita a locomoção e a permanência no jardim.

Foram utilizadas pedras para revestir a parede, dando uma sensação de conforto e um deck de madeira que facilita a locomoção e a permanência no jardim.

 

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Utilizado na escada, traz vida e charme ao espaço.

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Onde provavelmente seria um espaço ‘perdido’, foi projetado um lindo jardim , fazendo toda a diferença.

 

Ou transformando o seu banheiro em um lugar muito agradável e aconchegante.

Foram utilizados dois tipos de pedras como caminho, um para observar e manusear as plantas e o mais claro que o leva para a ducha, uma ótima opção para os dias quentes.

Foram utilizados dois tipos de pedras como caminho, um para observar e manusear as plantas e o mais claro que o leva para a ducha, uma ótima opção para os dias quentes.

 

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Mas se você mora em um apartamento ou uma residência pequena, não desanime! Sempre há como ter um jardim em casa!

Uma ótima opção é fazer um jardim vertical, super charmoso e aconchegante.

Na varanda

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Na sala

 

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No banheiro, novamente:

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Ou na cozinha, novamente:

Aproveite para plantar uma mini horta, nada como temperos e verduras fresquinhas.

Aproveite para plantar uma mini horta, nada como temperos e verduras fresquinhas.

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Quer ter o seu jardim de inverno?

Veja os projetos abaixo dos profissionais da Decora Click

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O QUE É O DESIGN EFÊMERO

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O QUE É O DESIGN EFÊMERO

Vanessa Santos, 03 de Junho de 2016 13h22m

“Nem tudo que passa, passa-se despercebido. Cabe a nós seres humanos, deixar rastros e marcas inesquecidas.”

Além da nossa profissão estar sendo discutida e comentada com muita frequência no mercado hoje em dia, ao Design foi acrescentada a palavra efêmero. Mas afinal, o que é o Design Efêmero?

Segundo Evelise Grunow na revista ABC Design, Design efêmero é uma comunicação temporária de contato com o público que administra uma marca (produto/serviço) ou um evento. Envolve principalmente questões de consumo e identidade social, cultural e econômica.

Devido a nossa vida contemporânea, a correria, o consumo, globalização e internet, fica cada dia mais difícil não ser apenas mais um superficial e descartável na explosão de informações existentes.

O Design Efêmero adentra no mercado através das filosofias, políticas, crenças, culturas da sociedade para interferir nas individualidades do cidadão.

Para Mafessoli, o Design é responsável pela “estetização da existência”. Se estética, segundo o autor, pode ser entendida como sendo emoções compartilhadas, o Design certamente está relacionado à ideia de criatividade ontológica, isto é, da criação da própria vida como obra de arte através de uma estetização social.

“O MEIO É A MENSAGEM”. Frase de Mc Luhan, nos mostra que muito mais que apenas imagens ou textos, o meio em que vivemos e convivemos transmite mensagens muito mais significantes e expressivas para a memória e construção pessoal de cada um.  Por isso, o Design Efêmero ganha tanta força ao transmitir essas mensagens a partir do meio, muito além de espaços fixos e rotineiros.

Hoje, podemos dizer 75% dos Projetos de Escritórios de Design hoje são projetos Efêmeros, pois, segundo Frederivo Gelli, da Tátil Design, o contato sensorial é muito mais intenso, e gera um contato e popularidade com uma marca, serviço ou produto muito mais eficaz, mesmo que o projeto de Design em si, não dure para sempre.

Interessante a posição de Marcos Beccari, Designer, que fala um pouco sobre o Design efêmero em uma matéria em seu blog Filosofias do Design:

Trata-se do fluxo constante de um agora hiperativo e coletivo, fluxo este que não se pode deixar cair – é preciso manter o assunto em movimento, mas sem se ater demais a algo em específico. Alguns encaram este fenômeno como sendo a manifestação de uma geração questionadora, antenada, proativa e cheia de opinião. Outros consideram que esta mesma geração está sofrendo de um narcisismo epidêmico, histérico e carente, como se aquele fluxo de novidades fosse uma espécie de anestesia contínua de mediocridade.  Partindo da premissa de Guy Debord (1997, p. 51) de que “nossas ideias estão dentro de todas as cabeças”, creio que boa parte do fazer design reside em ressaltar ou destacar uma ideia pré-formatada que satisfaça a carência de um determinado momento.

Exemplos de Projetos de Design Efêmero

  1. Exposições culturais

Museu da Língua Portuguesa – Jorge Amado

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SP. 08.10.2011.

SP. 08.10.2011.

 

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Materiais simples, mas que trabalhados em composição, iluminação e unidade geram um efeito diferente, e remetem ao conceito e essência principal do escritor.

  1. Eventos Culturais

O Rock In Rio é  maior festival musical do mundo. É um veículo de comunicação de emoção e causas. Utilizando a música como linguagem universal, usa seu poder para reunir pessoas que compartilham do mesmo espírito musical e cultural. Trabalha com cenários, montagem, identidade, sustentabilidade e materiais diversos. Além da união de diversas marcas e produtos que trabalham seus próprios stands no evento.

DesignEfemero05

DesignEfemero06

  1. Cenário

O cenário depende da experimentação luminotécnica, do teste de materiais, texturas, da verificação do impacto humano perante o conjunto de elementos dispostos a transformar a poesia de simples palavras em um momento real, dispostos a fornecer os dados sobre o local onde se passa a ação, além de refletir a situação econômica, política e social dos personagens.

Novela Pedacinho de chão – Rede globo

Novela Pedacinho de chão – Rede globo

 

Show do Djavan

Show do Djavan

 

Crique du Soleil

Cirque du Soleil

Teatro da Broadway

Teatro da Broadway

Termino dizendo, que as possibilidades dos projetos efêmeros são grandiosas, é necessário aguçar a curiosidade, procurer cursos esporádicos, e desenvolver habilidades peculiares para se aprimorar no Mercado.

Segue um vídeo sobre um escritório de Design e Arquitetura, Liquens,  que trabalha com projetos efêmeros. Vale a pena conhecer mais sobre. Até mais.

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Vanny Perfil

 

Vanessa Santos, Designer de Interiores, Pós-Graduada em Artes Visuais. Atua na área do Design Gráfico, professora.

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Arte, Design e Criatividade

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Arte, Design e Criatividade

Adriana Stedille, 01 de Junho de 2016 08h00m

Boa tarde leitores queridos do Diblioteca, tudo bem? Hoje falaremos um pouco mais sobre o tema criatividade, então, vamos lá?

Criatividade é uma qualidade adquirida por pessoas curiosas, que buscam inspirações em referências diversas de informações e tem a sensibilidade de compreendê-las de diversas maneiras.

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Criatividade vem de imaginação, de ação, de liberdade de expressão, por isso, arte, design e criatividade são conceitos intrínsecos, caminhando juntos transformando a humanidade através dos tempos, transformando a própria cultura.

Desde a criação da roda, até o automóvel, séculos de diferença, o processo criativo estava lá presente, com seu problema inicial, planejamento, geração de alternativas até a chegada do produto final, o que muda em cada período, é o problema inicial, a necessidade. A criatividade é o centro da história das civilizações, sendo através da arte e sua criatividade que tomamos conhecimento da constante evolução humana.

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Foi através de inspirações nos diferentes períodos da história da arte, na busca de referências e conceitos de arte criatividade que o americano Nick Aldeman desenvolveu uma incrível série de esboços de seus produtos, vejamos alguns deles a seguir!

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Ser criativo não faz de ninguém um designer, é um requisito para a profissão. Porém, de nada adianta ser criativo, mas ser preguiçoso, certo? Quanto mais você ler sobre o tema, quanto mais conhecimento agregar acerca de conhecimentos do processo criativo através da história, mais aguçada estará sua criatividade!

É importante lembrar que criatividade não significa criar algo desde seu ponto inicial, muitas vezes criatividade significa inovar e para isso acontecer, vamos estudar?

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Fontes: Pinterest, Blog Elo7
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Adriana Stedille, graduada em Design de Produto pela Faculdade da Serra Gaúcha em Caxias do Sul; Designer de Interiores pela Criart de Porto Alegre, e graduanda em História da Arte pelo Claretiano; Diretora de Criação da empresa Usina Interior Design em Caxias do Sul. Contato: contato@usinaid.com.br

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Poltrona Mole para quem trabalhou duro!

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SPOT BOLETIM ACADÊMICO DE DESIGN DE INTERIORES

O Spot Boletim Acadêmico de Design de Interiores é um projeto desenvolvido por alunos do curso de Design de Interiores da Unicesumar, Campus: Maringá. São os atuais membros do Spot os alunos: Mateus Sanches, Marciane Schuh, Rose Ribeiro, Daniel Manfredi, Bárbara Faria e André Fernandes. Neste mês o Spot lança a sua 6a. Edição recheada de conteúdos muito interessantes para o Design de Interiores. Agora este jovem projeto fará uma parceria com o Diblioteca, dividindo com a gente, por aqui, as suas colunas. Seu representante será o Mateus Sanches, estudante de Design de Interiores, 1o. semestre matutino do Curso Tecnológico de Design de Interiores Unicesumar. Para entrar em contato com ele segue o e-mail: spotboletim@gmail.com 

“Poltrona Mole para quem ‘trabalhou’ duro”!

Coluna Design no Brasil – Por: Bárbara Faria Costa/RJ

Fig. 2- Poltrona Mole/ Fonte: Página pessoal do designer e arquiteto

Fig. 1- Poltrona Mole/ Fonte: Página pessoal do designer e arquiteto

Dono de uma personalidade marcante, Sérgio Rodrigues (Fig.1) foi pioneiro em transformar o design no Brasil e torná-lo mundialmente conhecido. Trazia em seus projetos sua inquietação e identidade da cultura brasileira. Carioca, nascido em 1927, formou-se em Arquitetura e Urbanismo em 1952 pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) mas ele sabia que seu desejo ia muito além da arquitetura. Tinha admiração pelos interiores, então o sonho e o dom fez buscar estudos mais aprofundados em outros lugares. Começou a fazer um curso de decoração e seu professor gostou tanto de seu desempenho, que o convidou para ser seu assistente. Daí começou seu trabalho como designer que perdurou quase 61 anos de sua vida.

Fig. 2- Palácio do Itamaraty/ Sofás Pajé e Poltrona Oscar/ Fonte: Blog do Itamaraty

Fig. 2- Palácio do Itamaraty/ Sofás Pajé e Poltrona Oscar/ Fonte: Blog do Itamaraty

Em 1961, Sérgio ganhou seu primeiro prêmio no “IV Concurso Internacional do Móvel” em Cantù, na Itália, com a “Poltrona Mole” (Fig.2). Na época, sua peça ficou na vitrine de sua loja (Oca) por um ano, pois era motivo de “chacota” e não despertava olhares de seu público, mas seu idealizador ainda acreditava no potencial dela. Sérgio não estava errado. De repente a “Mole” foi chamando atenção de pessoas com um certo nível cultural. Despertando, então, atenção de algumas personalidades, entre elas o governador Carlos Lacerda, que foi a pessoa que praticamente exigiu que a poltrona fosse enviada ao concurso. Sérgio, alcançou o auge de sua carreira nos anos 50 e 60.

Sua peça mais famosa e que o tornou um grande nome do design no país. A ‘Sheriff Chair’, como ficou conhecida no exterior, combina a robustez e o conforto, o convite ao relaxamento e a linguagem moderna e efetivamente brasileira, o que levou a conquistar o primeiro lugar no Concurso. Ela é composta por uma estrutura em madeira de jacarandá torneada, com correias em couro e que, após ajuste com botões torneados, formam um apoio que suporta os almofadões do assento, do encosto e dos braços, unidos numa só peça. Observação que não indica apenas uma poltrona, mas um projeto-chave do design nacional. A Mole integra o acervo do Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova York, e é até hoje um sucesso de vendas.

Fig. 3- Sérgio Rodrigues- Fonte: Página Pessoal

Fig. 3- Sérgio Rodrigues- Fonte: Página Pessoal

Após seu nome se espalhar pelo exterior, Sérgio recebeu convites para projetar móveis para nossa capital, Brasília, que estava recém inaugurada. Como um bom e velho patriota, percebeu que a capital estava sendo arquitetada com belíssimos palácios, mas que seus interiores, não faziam jus à vista exterior. Ele sentia falta de brasilidade. Algumas peças que já faziam parte do ambiente interno, eram estrangeiras e ele enxergava a necessidade do interior com pinta de Brasil. Queria que Brasília refletisse inteiramente nossa cultura, que por sinal, é muito bela, e nossas ricas matérias-primas e foi assim que fez.

Sergio foi chamado várias vezes a Brasília para outros projetos. Fez móveis para o Itamaraty (Fig. 3), gabinete do chanceler. Projetos para o Senado, para o Palácio da Alvorada. Projetou todas as casas dos diretores do Banco Central, em Brasília. Fez o interior do Teatro Nacional de Brasília, o Cine Brasília e muitos outros projetos que ainda podem ser apreciados em seus lugares originais. Os projetos dele, traz em sua maioria, a cultura brasileira identificada. O uso de madeira, couro, tecidos de fibras naturais e palhinha, como materiais tradicionais, indicam também seu grande apego pela cultura indígena.

Fig. 4- Cine Brasília/ Fonte: Correio Braziliense

Fig. 4- Cine Brasília/ Fonte: Correio Braziliense

Sérgio de fato começou a procurar o Brasil através do design. Transformou consideravelmente o conceito de móveis em nosso país, dando a eles generosidade nos traços e no uso de madeiras nativas. É de suma importância, citar Sergio como percursor do Design de Interiores no Brasil. Seu acervo composto por inúmeras peças, são sinônimos de uma elegância, descontração e valiosas criações. Sérgio Rodrigues, faleceu em 01 de setembro de 2014, em sua casa no bairro de Botafogo, Rio de Janeiro, deixando uma enorme sede de brasilidade no Design de Interiores no Brasil.

Para ler toda a Edição:

 

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O Spot Boletim Acadêmico de Design de Interiores é um projeto desenvolvido por alunos do curso de Design de Interiores da Unicesumar, Campus: Maringá. São os atuais membros do Spot os alunos: Mateus Sanches, Marciane Schuh, Rose Ribeiro, Daniel Manfredi, Bárbara Faria e André Fernandes. Neste mês o Spot lança a sua 6a. Edição recheada de conteúdos muito interessantes para o Design de Interiores. Agora este jovem projeto fará uma parceria com o Diblioteca, dividindo com a gente, por aqui, as suas colunas. Seu representante será o Mateus Sanches, estudante de Design de Interiores, 1o. semestre matutino do Curso Tecnológico de Design de Interiores Unicesumar. Para entrar em contato com ele segue o e-mail: spotboletim@gmail.com