Designer de Interiores

Larissa Camargo para o Spot

QUAIS AS ÁREAS DE ATUAÇÃO DO DESIGNER DE INTERIORES?

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O Spot Boletim Acadêmico de Design de Interiores é um projeto desenvolvido por alunos do curso de Design de Interiores da Unicesumar, Campus: Maringá. São os atuais membros do Spot os alunos: Marciane Schuh,  Fernando Silva, Bárbara Faria e André Fernandes. Agora este jovem projeto fará uma parceria com o Diblioteca, dividindo com a gente, por aqui, as suas colunas. Para entrar em contato segue o e-mail: spotboletim@gmail.com

QUAIS AS ÁREAS DE ATUAÇÃO DO

DESIGNER DE INTERIORES?

Larissa Camargo para o Spot

Larissa Camargo para o Spot

Larissa Camargo – Designer de Interiores, Professora e Coordenadora do Curso de Design de Interiores EAD da Unicesumar Maringá.

 

Diferente do que algumas pessoas ainda pensam, design de interiores não está restrito a “projetos de decoração”. A formação superior prepara um profissional que pensa no funcional e está tecnicamente capacitado para propor soluções que vão muito além da estética, podendo desenvolver projetos de ambientes residenciais, comerciais, institucionais, industriais e até de instalações efêmeras, ou seja, temporárias, como vitrinas, stands, feiras e eventos. Dentro de um projeto residencial, o designer de interiores pode elaborar lay outs de  distribuição de mobiliários dentro do ambiente, o desenho personalizado do próprio mobiliário, projeto de iluminação e gesso, revestimentos de piso e parede, detalhes complementares e objetos decorativos.

No caso do comercial, mais que elaborar um projeto estético e funcional, o designer de interiores está apto a trabalhar dentro das normas técnicas estabelecidas, e dentro do conceito de visual merchandising, onde todo o ponto de venda, incluindo sua vitrina, estabelece a identidade da empresa, tendo como foco o cliente usuário desses espaços. No caso desse tipo de projeto, o designer de interiores ainda pode desenvolver em conjunto com o projeto de interiores, a parte de comunicação visual do espaço. Essa situação é a mesma para os projetos institucionais e industriais.

Nos projetos efêmeros, o designer de interiores pode criar desde a estrutura para a instalação, até os detalhes internos dela, estando preparado e apto para projetar de acordo com o perfil da empresa, e as especificidades que esse tipo de projeto exige. Dentro desses conceitos, ainda existem atuações bem especificas, como interiores automobilísticos, embarcações, cenários, projeto de mobiliários e objetos.

AS POSSIBILIDADES SÃO INÚMERAS, E O CAMPO DE ATUAÇÃO NÃO

PARA DE CRESCER!

 

Para ler a 6a. Edição:

 

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O Spot Boletim Acadêmico de Design de Interiores é um projeto desenvolvido por alunos do curso de Design de Interiores da Unicesumar, Campus: Maringá. São os atuais membros do Spot os alunos: Marciane Schuh,  Fernando Silva, Bárbara Faria e André Fernandes. Agora este jovem projeto fará uma parceria com o Diblioteca, dividindo com a gente, por aqui, as suas colunas. Para entrar em contato segue o e-mail: spotboletim@gmail.com

 

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Vanessa Santos

TEMAS E ESTILOS DE VITRINES

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Vanessa Santos, 04 de Novembro de 2016 07h40m

[continuação: conteúdo vitrine]

TEMAS E ESTILOS DE VITRINES

Existem vários temas para projetos de vitrine, assim como estilos diferentes para aplicação destes temas. Hoje vamos conhecer um pouquinho de cada um deles com exemplos práticos.

COMEMORATIVOS

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Quando se trata de alguma data especial que temos durante o ano, onde o comércio todo se volta a este tema específico para vender seus produtos e serviços. Como dia das crianças, natal, dia dos namorados e até as trocas de estação.

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PUBLICITÁRIO

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Quando alguma marca quer divulgar um produto específico ela trabalha com a vitrine somente daquele produto, juntamente com uma campanha feita em outras mídias, como tv, rádio, mídias sociais.

OPORTUNIDADE

Conhecidas como as vitrines de promoção ou liquidação, lembrando que, liquidação é quando a marca quer se livrar das últimas peças e produtos para a chegada de uma nova coleção, por isso faz aqueles descontos altos. Já a promoção pode até ser o lançamento de um novo produto, então isso não quer dizer um preço super baixo.

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INSTITUCIONAL

Quando a vitrine quer transmitir o conceito da marca somente, para que o público dela consiga se identificar.

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COTIDIANA

Quando a vitrine expõe os produtos da loja sem um tema específico, para demonstrar quais são os produtos que se vende na loja.

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Depois dos temas, temos também os estilos, que se adequam ao tema selecionado mas que expõe os produtos de formas diferentes. São eles:

ESCALA

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Quando o designer trabalha com tamanho dos objetos em escala diferente, seja para maior ou menor, dependendo da ênfase e do significado que se quer transmitir.

AÉREA

Quando a exposição do produto fica fora da base do piso.

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CONTÍNUA

Quando a loja possui vitrines separadas, mas existe uma continuidade da montagem das vitrines, para que o consumidor compreenda o tema a ser transmitido.

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CENOGRÁFICA

 

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Quando é feito um cenário, para que o consumidor se identifique em atividades do seu cotidiano utilizando aquele produto.

LUMINOSA

Se apropria de conceitos tecnológicos, principalmente de iluminação para montagem da vitrine.

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CONCEITUAL

De alguma forma, a vitrine transmite o conceito daquele determinado produto para o consumidor.

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GRÁFICO

Utiliza de impressões, adesivos, painéis junto com o produto.

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Estes são os temas e estilos mais conhecidos para se projetar uma vitrine. Se você gostou, pode pesquisar mais sobre eles para ajudar quando você for desenvolver o seu projeto.

 

 

BIBLIOGRAFIA:

journaldesvitrines.com/

Vitrinas, merchandising visual. Entre_vistas. Huguette Maier E Sylvia Demetresco. SENAC SP.

Vitrina, veículo de comunicação e venda. Fátima Lourenço e José Oliveira Sam. SENAC SP.

Vitrina, construção de encenações. Sylvia Demetresco. SENAC SP.

Estamos atendendo, revista ABC Design. Edição 44.

http://www.acifnet.com.br/arquivos/VITRINISMO_E_VISUAL_MERCHANDISING_ACIF_30102012.pdf

http://www.fashionbubbles.com/moda/estilos-de-vitrine-parte-13/

 

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Vanessa Santos, Designer de Interiores, Pós-Graduada em Artes Visuais. Atua na área do Design Gráfico, professora.

 

 

 

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Iª edição da Semana da Arquitetura e Urbanismo e o 1º Simpósio que ocorreu nos dias 24 a 26 de Outubro de 2016.

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IIª edição da  Semana da Arquitetura e Urbanismo e o 1º Simpósio que ocorreu nos dias 24 a 26 de Outubro de 2016.

 

Paulo Lenon, aluno do curso de Design de Interiores Unicesumar, com o tema “Projeto de Ambientação: Um estudo para o desenvolvimento de uma oficina para Drag Queens” apresentado na II Semana da Arquitetura e Urbanismo da Unifamma. Paulo Lenon aponta que “Tendo em vista que na atualidade a identidade de gêneros está encontrando espaços para debates e, que a visibilidade dos transformistas e drag queens aumentou, torna-se necessário o estudo de uma ambientação voltada à estes usuários.”

Patrícia Nino, aluna do curso de Design de Interiores Unicesumar, com o tema “Possibilidade do uso do papelão e da cortiça para um Revestimento de parede: Um Estudo de Caso” apresentado na II Semana da Arquitetura e Urbanismo da Unifamma. Informa a aluna: “A exploração e extração dos recursos naturais, utilizados para fins de revestimentos na construção civil, de maneira mal planejada e muitas vezes irrefletida vêm causando negativos impactos ambientais. Por essa razão o profissional do design de interiores deve atentar-se sobre possibilidade de criação de novos produtos para oferecer ao mercado.”

Gustavo Fiorini e Amanda Guerra, aluno e aluna do curso de Design de Interiores, com o tema “A importância da atuação do Design de Interiores nas Oficinas de Assistência Social” apresentado na II Semana da Arquitetura e Urbanismo da Unifamma. Os alunos explicam: “Visando a importância destes espaços internos cuja função é a de proteção básica de cidadãos que se encontram em situações de vulnerabilidade e riscos sociais, o presente trabalho têm por objetivo elaborar um modelo de sala de atividades para o CRAS de Paranavaí/PR, cujo ambiente deverá ser agradável em sua estética, acústica e funcionalidade de acordo com as propostas de Leis da
Assistência Social.”

 

 

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Projeto ANPR – Design de Interiores

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Vanessa Santos, 25 de Outubro de 2016 14h53m

Os primeiros anos de Design de Interiores da Unicesumar estão com um projeto muito incrível que une Amor + Criatividade + Ação Social + Design para corações incríveis dos alunos da ANPR. Vamos transformar o espaço desta Instituição em um lugar de melhor convívio para todos que vivem ali como sendo sua segunda casa. Se você puder contribuir (não importa a quantia) o que importa é o seu coração, entre em nossa Vakinha coletiva e contribua, e espalhe essa notícia e essa boa ação.

* Porque Amor não é vivido de palavras, e sim de ações.*

Para saber mais: Vakinha coletiva: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/projeto-anpr-design-de-interiores

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Designers de Interiores Maringaenses participam do Concurso Oxford Porcelana

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O concurso Oxford está na sua segunda edição, ele propõe que estudantes e profissionais criem um design de estamparia para um conjunto de porcelanas da Empresa, o tema é a “Nova Geração de Brasileiros”, é um concurso regulamentado e aberto à toda população brasileira gratuita.

O concurso possui 3 etapas, a primeira etapa é passar para filtragem inicial, a Empresa verifica se o participante desenvolveu a arte de acordo com as regras de criação, de acordo com o texto do próprio regulamento:

As artes que contenham interpretações             contrárias à lei, à moral e aos bons costumes, que sejam consideradas impróprias, que agridam a imagem        e/ou direito da empresa promotora ou de terceiros, que possam causar danos                a terceiros, seja de ordem material e/ou moral, que sejam obscenas  e/ou pornográficas, que contenham dados (mensagens, informação, imagens) subliminares, que contenham dados ou informação que constituam ou possam constituir crime (ou contravenção penal) ou que possam ser entendidas como incitação à prática de crimes (ou contravenção penal), que constituam ofensa à liberdade de crença e às religiões ou que seja com conteúdo  racista ou discriminatório, enfim, as artes que não sejam aceitáveis, ao critério exclusivo da Comissão  Julgadora.

A segunda etapa consiste em uma votação pública na qual o participante precisa ser votado e estar entre os 30 primeiros lugares para ir à ultima etapa.

A terceira e última etapa será uma avaliação pelo juri da própria Empresa, constituído de profissionais reconhecidos na área.

Além disso o participante deve formular um texto justificando à sua criação, esta parte é relevante porque auxilia o aluno ao pensamento acerca de sua criação e, cria a possibilidade de argumentação tão necessária à vida profissional durante as negociações com clientes e usuários.

É interessante perceber a possibilidade de atuação do profissional designer de interiores em diversas áreas, dentre elas a do desenvolvimento de estamparias para diversos fins.

Segue os projetos de alguns designers de interiores:

  • Vanessa Santos – colunista do Diblioteca e professora na Unicesumar

Título: Bê-a-Bá brasileiro
Nome: Vanessa Barbosa dos Santos
Cidade/UF: Maringá/PR

Tem palavra que só brasileiro entende ta ligado? Tem expressões que são mó da hora. Um ‘jeitin’ de cada canto do país uai. E não se avexe pra entender, Porque tu, mina ou cara, Não pode da pitaco se é biscoito ou bolacha, Pois cada treco tem seu nome sem precisar dar confusão Se não, xiii…
Sobre o concurso a Vanessa fala: O tema do prêmio Oxford Design deste ano é sobre Nova geração de Brasileiros. Por isso, escolhi as expressões ditas pelo brasileiro em várias regiões do país porque é isso que nos torna únicos como nação, é isso que faz cada pedaço do Brasil ser incrível, e é isso que faz a gente se comunicar e expressar quem somos. E apesar das gerações estarem em constante transformação, assim como o nosso país e nosso mundo, estas expressões conseguem carregar história e significado de uma geração a outra.

  • Carla Prado – diretora de edição do Diblioteca e professora na Unicesumar

Título: Povos Indígenas
Cidade/UF: Maringá/PR
Diante do atual destaque sobre as questões indígenas no Brasil e no mundo, propõe-se esse projeto para a coleção Oxford, que destaca a importância destes povos, sua cultura, arte e crenças. Após a repercussão negativa da festa dos 500 anos do “descobrimento” Brasil em relação à estes povos, além da questão da alta taxa de suicídio entre os jovens indígenas, a sociedade expressa a sua preocupação com os povos indígenas brasileiros. Neste sentido, em 2015 houve no Tocantins, Palmas, o I Jogos Mundiais Indígenas, com a participação de diversas etnias, celebrando suas culturas. A coleção Povos Indígenas inspirou-se nas formas e cores de suas pinturas corporais e de seus adereços. O grafismo, o urucum e a palha representando a integração, a cultura, a força, a beleza destes povos. Valorizando uma de nossas origens como população.

  • Maria Fernanda – Designer de Interiores

Título: Bahia- Explosão de cultura e arte
Cidade/UF: Maringá/PR A linha “Bahia- Explosão de cultura e arte” traz representações das principais simbologias da Bahia.

  • Arthur Cantarelli Silva – Designer de Interiores

Arthur Cantareli link para voto; http://premiooxforddesign.com.br/projeto/1006/arthur-cantarelli-silva

Título: Do cinza ao laranja
Cidade/UF: Maringa/PR
Uma nova geração coletiva, misturada e conectada. Uma geração de quebra de preconceitos, livre para expressar suas ideias e sentimentos. O indivíduo é representado por pontos feitos à mão de forma despretensiosa a fim de realçar a singularidade de cada um. As louças se conectam mostrando a trajetória de brasileiros cada vez mais harmônicos. As cores simbolizam a transformação e evolução dos conceitos desta nova sociedade. A cor laranja é caracterizada por ser dinâmica e criativa, como é e sempre será o nosso povo brasileiro.

  • Letícia Roque – Designer de Interiores
  • Pedro Moretti – Designer de Interiores
Título: SERRA PELADA – O GARIMPO DA VIDA
Cidade/UF: Maringá/PR
A história que trago através dos desenhos feito na linha Coup é sobre Serra Pelada, o maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado no sudoeste do Estado do Pará. A partir de 1980 após a descoberta do ouro no local, e em menos de um ano já tinha ali 30 mil garimpeiros. Muitas pessoas perderam a vida em busca do sonho do ouro. Acredito que muitas pessoas ainda não tem conhecimento do que foi a Serra Pelada, e com os desenhos nos pratos isso pode se tornar mais conhecido. O primeiro prato traz o mapa da região, mostrando rios, estradas e cidades que ficavam em torno da Serra Pelada. O segundo traz o desenho que remete a vista aérea, forma que o garimpo deixou marcado aquele local. O terceiro prato traz as escadas, que foram usadas pelos garimpeiros para subir de onde estava acontecendo a extração até o topo do “buraco” O primeiro pires remete aos trabalhadores, pela grande quantidade pareciam formigas trabalhando, para complementar, a xícara trás novamente as escadas, objeto usado pelos garimpeiros, formando uma das cenas mais marcantes da serra. O segundo conjunto, o pires representa a ferramenta que eles usavam para peneirar a terra e encontrar o ouro, a xícara representa o ouro em cima dessa peneira, com os dizeres ” 30 toneladas de ouro” que foi o total de ouro tirado de lá oficialmente.

O designer Pedro já está entre os 30 finalistas.

Alguns futuros designers de interiores participantes:

Ed Carlos link para voto: http://premiooxforddedesign.com.br/projeto/793/ed-carlos-bordignon-de-oliveira

A questão agrária é uma ferida aberta num País em que há terra de sobra. E mal aproveitada. O Norte do Paraná deixou lições também ao misturar ao roxo de suas terras o sangue dos que morreram durante a guerra (de Porecatu). Os conflitos aqui começaram a florescer em 1942, com o loteamento de 120 mil hectares de terras devolutas, e só foram terminar em 1951, com a prisão dos dirigentes comunistas. Durante todos estes anos, muitos posseiros morreram, vítimas de jagunços e da polícia. Muitos perderam terras e esperanças. A guerra deixou rastros de violência e injustiça. E para compreendê-la em sua amplitude, é preciso ir fundo em suas causas, entender a vida dos posseiros, o posicionamento do governo, o sangue frio dos jagunços, os esquemas do PCB. 

Kamila Leite link para voto: http://premiooxforddesign.com.br/projeto/916/kamila-de-oliveira-leite

Sendo a nova geração hoje que é capaz de deformar as mais diversas informações refletida na paleta de cores e tintas imaginária. A descostura de forma e cor pela proposta é a liberdade de informação que ilustra o imaginário contemporâneo .Sua ligação com a coexistência de temporalidades virtuais diversas que se atualizam em um presente híbrido e sempre desconstruído pela percepção de sua historicidade.

Sheilla de Souza Bibiano Lima link para voto: http://premiooxforddedesign.com.br/projeto/815/sheilla-de-souza-bibiano-lima

A Nova Geração de Brasileiros, busca uma simbiose entre a tecnologia e o movimento eco-design. Nesta proposta traçados simples com linhas pretas e retas representam circuitos, evidenciando contemporaneidade e tecnologia e o grafismo em verde e azul fazem alusão ao conceito eco-design.

Lucas Moreschi link para voto: http://premiooxforddedesign.com.br/projeto/1040/lucas-moreschi-da-silva

O conceito da arte, nada mais é que trazer um conforto visual ao usuário com porcelanas colorias, hoje vivemos em um mundo escuro, se repararmos bem as cores do nosso dia a dia são a maioria tons de cinza e preto, deixando o mundo obscuro, o preto são as armas, bombas, terrorismos, os ternos dos poderosos que causam isso, o cinza é a poluição mundial, lixo espalhados, gases das industrias poluindo a atmosfera e oceanos cheios de lixo, hoje lugares com cores vivas são raros, é encontrado mais em jardins como o De Keukenhof – Amsterdã – Holanda, Château de Villandry – Vale do Loire – França e Instituto Inhotim – Brumadinho – Minas Gerais, mais no nosso dia a dia não existe cores, nossa geração busca um mundo melhor para viver, um mundo de harmonia, simplicidade e igualdade, somos diariamente bombardeados com notícias ruins, crimes, roubos e injustiças, queremos o ser humano busca paz e tranquilidade, do qual encontramos em campos, fazendas, retiros, sítios, pousadas, rios, e etc. O homem quando está em contado com a natureza ele se mistura, se torna um, sempre que temos a chance ficamos descalços na grama e na areia, sempre nos encantamos com o cheiro e as cores das flores, rosas, margaridas, violetas, sempre que vemos o céu azul e limpo sentimos revigorantes, as cores nos proporcionam uma nova visão do mundo, uma nova maneira de pensar e de refletir, que existe um mundo melhor.

Lucas Moreschi

Lucas Moreschi – estudante de Design de Interiores

A votação para seleção dos 30 primeiros irá até dia 24/10;

Vanessa Santos

Vitrine: Tipos e propostas

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Vanessa Santos, 07 de Outubro de 2016 07h40m

[continuação: conteúdo vitrine]

A loja deve ser um importante espaço de experiência para o consumidor, um espaço de comunicação dos valores e expressão que a marca quer passar para o seu público.

 

O termo vitrina foi incorporado por volta do século XIX, vindo do francês, que é o mais correto, diferente do que a gente está acostumado a dizer que é vitrine.

Existem 3 propostas de um projeto de vitrine:

  1. Ser vista
  2. Prometer algo
  3. Persuadir e criar o desejo do consumidor comprar
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Vanessa Santos

 

Ela é responsável por até 90% dos resultados de venda de qualquer loja.

Uma boa estratégia de Design para um projeto de vitrine tem que pensar em:

  • Elementos sensoriais para comunicar a marca;
  • Os elementos do design: forma, cor, proximidade, alinhamento, contraste, repetição;
  • Construção textual de um mundo para o produto para estabelecer relação com quem o percebe.

 

Vanessa Santos

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É importante que nós como profissionais projetamos para ativar os efeitos físicos e psicológicos do consumidor para que ele acredite que obter aquilo que a vitrine vende o fará ser a pessoa mais feliz do mundo.

É como na mitologia grega com a história da caixa de pandora, você incita a curiosidade para que a pessoa queira entrar na loja e saber o que ela oferece.

Vanessa Santos

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Para isso é importante para o Designer:

– Ser detalhista

– Sentir a energia da fantasia

– Estar preparado para mudanças

– Aproveite o caso

– Conheça cores

– Não ignore ideias

– Brinque sem sair do sério

– Leia, conheça sobre várias coisas da vida

 

Vanessa Santos

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E além disso, na hora de planejar um projeto é importante:

  1. Conhecer a marca e produto
  2. Saber o público alvo
  3. Reconhecer o espaço da loja e localização
  4. Vitrine aberta ou fechada?
  5. Definir tema e estilo a ser utilizado
  6. Trabalhar cores e iluminação
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[Ainda teremos continuação: aguardem próxima coluna 3 parte do conteúdo sobre Vitrine]

 

Vanny Perfil

Vanessa Santos, Designer de Interiores, Pós-Graduada em Artes Visuais. Atua na área do Design Gráfico, professora.

 

 

 

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Design e arquitetura ajudando a curar!

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Raphaella Almeida, 29 de Setembro de 2016 08h00m

Hoje vou mostrar projetos de design de centros médicos que venceram o American Institute of Architects (AIA) National Healthcare Design Awards ,  são 7 projetos que reestruturaram hospitais, mudando o layout de um posto de enfermagem ou ajustando os níveis de ruído em uma sala de medicação, reduzindo os erros. Essas foram algumas das soluções que arquitetos e designers estão encontrando para ajustar o ambiente físico e levar mais segurança – e saúde – para os pacientes.

Há muito mais consciência hoje de como ambientes saudáveis ajudam os pacientes a se curar, diz Joan Suchomel, líder da AIA para a Saúde. “Isto é, por sua vez, relacionado a estudos de design baseadas em evidências que realmente provam que não é apenas intuitivo isso, são dados realmente comprovados em muitos casos.”

Veja esses 7 exemplos como a arquitetura e o design podem melhorar a vida dos pacientes:

  1. Kaiser Permanente, Kraemer Radiation Oncology Center; Anaheim, CA:

O tratamento em que são submetidos pacientes de câncer tende a ser bastante desgastante, normalmente 5 dias por semana, durando semanas e até mês.

Esse novo centro é projetado para tornar o processo mais relaxante e tranquilo possível. Em cada sala de tratamento existem enormes janelas, de onde se vê um belo jardim zen, inspiradas pela evidência de que vislumbrar a natureza melhora o dia de qualquer pessoa.

Fonte : hypeness

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2. Planned Parenthood do Queens: Centro de Saúde Diane L. Max; Queens, New York:

Moderno e luminoso, é assim que o prédio se destaca na paisagem cinza da cidade. Os designers queriam que ele fosse uma nova e importante parte da comunidade. Eles também procuraram trazer uma nova experiência para quem visita o ambiente hospitalar, os espaços com presença de cor e iluminação divertida. Tornando o espaço mais agradável para quem por lá fica.

    Fonte : hypeness

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3. The Christ Hospital Joint e Spine Center; Cincinnati:

 

Neste hospital, os quartos dos pacientes têm vista exterior e paredes de vidro que permitem luz natural nos corredores. À noite, as paredes de vidro estão cobertas de cortinas blackout. Jardins suspensos fornecem um ambiente tranquilo para que os pacientes e visitantes descansem rodeados por plantas.

Fonte : hypeness

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4.    Memorial Sloan Kettering (MSK) Centro Ambulatório Regional de Câncer; West Harrison, Nova Iorque:

Um antigo prédio de escritórios de 1950, se transformou nesse moderno espaço, cheio de luz e paz para pacientes e funcionários. Os interiores foram projetados para parecer o mínimo possível com um hospital. Equipamentos médicos ficam escondidos da vista dos pacientes.
Wearables (equipamentos vestíveis) acompanham os movimentos dos pacientes para ajudar o pessoal do centro a operar de forma eficiente. Os quartos têm vista para o exterior e linhas de visão claras para as estações dos enfermeiros.

Fonte : hypeness

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5.    Centro de Câncer da Universidade do Arizona (UACC) e Dignity Health St. Joseph’s Hospital and Medical Center; Phoenix (Arizona):

Esse centro de câncer é cercado por painéis de cobre, que proporcionam ambientes mais frescos e trazem um sentido de proteção e privacidade. O interior de madeira e pedra, com um “jardim de cura” no meio, se destina a se sentir mais em um hotel ou spa do que em um hospital.
O layout cuidadoso do edifício permite que os pacientes e funcionários tenham de passar o mínimo tempo possível indo de um lugar para outro.

Fonte : hypeness

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6.    Centro Médico da Universidade de Nova Orleans; Nova Orleans:

Após o Katrina, o Centro Médico Memorial em Nova Orleans foi cercado por água da enchente, perdeu eletricidade e alguns pacientes não resistiram e morreram. Perto dali o Charity Hospital conseguiu evacuar os pacientes, mas o próprio hospital também foi destruído.
Este novo hospital, um substituto para o Charity, foi criado para sobreviver a catástrofes naturais. O projeto permite que o hospital funcione por até uma semana depois de um grande furacão praticamente sem suprimentos externos e as rampas das ambulâncias podem ser acessadas por botes. No interior, o espaço calmo oferece aos pacientes salas privadas, luz natural e vistas externas.

Fonte : hypeness

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7.    Hospital Infantil de Seattle, Clínica do Sul; Seattle:

O edifício inclui atendimento de emergência, ambulatorial, fisioterapia e clínicas especializadas, tudo em um espaço muito luminoso. A nova parede de vidro traz luz natural; fora, o telhado que capta água da chuva e rega um jardim tropical.

Fonte : hypeness

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Ver que a arquitetura e o design estão trazendo melhores condições para as pessoas é algo maravilhoso!
Que continuem criando lindos e ótimos projetos como esses.

Fonte : hypeness

 

Raphaella

Raphaella Almeida, graduada em Design de Interiores pela Faculdade Belas Artes de São Paulo, atua no mercado projetando e escrevendo sobre arte, design e interiores. www.raphaellaalmeida.com.br / instagram: RA Interior Design

 

 

 

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Vitrine: Breve histórico

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Vanessa Santos, 23 de Setembro de 2016 07h40m

Olá pessoal, vocês sabiam que como Designers podemos trabalhar com projetos efêmeros relacionados a visual merchandising? Mais conhecidos como Vitrines.

Pois é, hoje com a quantidade de informações que temos, muitas lojas espalhadas pelas ruas, uma confusão de imagens visuais, prender atenção do cliente/consumidor está cada vez mais difícil.

E mais que um bom projeto de design para uma vitrine, é preciso conhecer a marca, o produto ou serviço e o cliente pra quem vamos projetar.

“Da simples necessidade de informar a natureza do negócio até a proposta de fornecer uma experiência com a marca, as fachadas comerciais sempre foram uma das principais formas de despertar interesse no comprador.”

Mas antes de conhecer os projetos de vitrine, é importante saber quando ela surgiu e entender sua história.

As vitrinas surgiram na Idade Média, após o reinado de Carlos Magno, onde em 1154 com as guerras das Cruzadas, o comércio começou a crescer na Europa por influência do oriente. Como as Cruzadas eram feitas pelos mulçumanos e cristãos, os turcos levaram sua força de comércio para a Europa.

Foi daí que surgiu a palavra BAZAR, que significava mercado em turco, e depois passou a ser MAHÂZIN que era Magasin em francês.

Vanessa Santos

Vanessa Santos

 

Esse tipo de comércio era feito nas ruas de forma nômade, pois as pessoas iam mudando de lugar conforme as cruzadas e a necessidade. Os principais produtos a serem comercializados eram os de necessidade primária e artefatos de guerra. Com o passar do tempo, outros artefatos começaram a ser produzidos pelos artesãos.

A partir do Séc. XVII, as feiras de rua começaram a diminuir, e os artesãos começaram a transformar suas casas em ateliers, e de alguma forma, sentiram a necessidade de colocar em suas fachadas a informação do que era ali. No início, as fachadas eram feitas de metal, gravadas em madeira ou pintadas a tinta para indicar o nome do estabelecimento.

Após a guerra, um pouco antes da metade do Séc. XIX, a Europa começou a crescer social e economicamente, e as vitrinas começam a assumir um papel importante no comércio.

As ruas são divididas pelas calçadas, e as pessoas passam a ter pontos de encontro nas noites em frente as boutiques, como exemplo na cidade de Paris. E a partir daí, as opções de consumo e o comércio de objetos de desejo se multiplicaram.

[continua na próxima postagem]

Vanny Perfil

 

Vanessa Santos, Designer de Interiores, Pós-Graduada em Artes Visuais. Atua na área do Design Gráfico, professora.

 

 

 

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Afinal, quem é esse tal de Designer de Interiores / Rodrigo Marques

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O Spot Boletim Acadêmico de Design de Interiores é um projeto desenvolvido por alunos do curso de Design de Interiores da Unicesumar, Campus: Maringá. São os atuais membros do Spot os alunos: Marciane Schuh, Rose Ribeiro, Fernando Silva, Bárbara Faria e André Fernandes. Neste mês o Spot lança a sua 6a. Edição recheada de conteúdos muito interessantes para o Design de Interiores. Agora este jovem projeto fará uma parceria com o Diblioteca, dividindo com a gente, por aqui, as suas colunas. Para entrar em contato com ele segue o e-mail: spotboletim@gmail.com
Rodrigo Marques - Designer de Interiores na empresa Art & Antiques e Professor na empresa Senac Brasil/RJ

Rodrigo Marques – Designer de Interiores na empresa Art & Antiques e Professor na empresa Senac Brasil/RJ

Lembro-me como se fosse hoje, ao ver a lista dos cursos oferecidos pela UFRJ (UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO) que não tive dúvidas, ao ler a descrição do curso de composição de interiores, foi paixão à primeira vista e estava decidido, iria prestar vestibular para o curso.

Ao falar com meus pais sobre a minha escolha e depois de ler a descrição do mesmo para eles, ouvi uma pergunta que escuto até hoje: “Mas por que não arquitetura?”. Quero deixar claro que não tenho nada contra a arquitetura e muito menos contra os arquitetos (por sinal, tenho muitos amigos da profissão), mas é engraçado (para não dizer triste) ver como as pessoas não conseguem ainda enxergar as diferenças entre as profissões.

Tomas Maldonado, pintor, designer, filósofo e professor, ratifica essa diferença ao dizer que o engenheiro trabalha com o quilômetro, o arquiteto com o metro, e o designer com o centímetro. Nós, designers de interiores somos profissionais do detalhe, não que nossos amigos arquitetos não se preocupem com o mesmo, mas acho, que para nós, é mais natural, está no sangue.

O designer seja de interiores, gráfico, de produto, etc., para o artista é engenheiro e para o engenheiro é artista, estamos ali, na partilha do técnico e do estético e muitas vezes somos estranhos para os outros, temos uma forma um tanto quanto peculiar de olhar o mundo ao nosso redor, e isso é uma coisa boa.

Percebemos as questões a nossa volta com uma perspectiva totalmente diferente. Se vemos o trânsito, pensamos como resolvê-lo, se vemos uma poltrona na casa de um amigo, já pensamos em como torna-la mais bonita ou confortável. Isso não faz com que sejamos bons designers, só faz de nós um designer: uma pessoa que vê soluções onde existem problemas. E os problemas estão em todos os lugares.

****Este texto foi publicado originalmente na Primeira Edição do Spot Boletim Acadêmico de Design de Interiores em 2014.

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SpotLogo

SPOT BOLETIM ACADÊMICO DE DESIGN DE INTERIORES
O Spot Boletim Acadêmico de Design de Interiores é um projeto desenvolvido por alunos do curso de Design de Interiores da Unicesumar, Campus: Maringá. São os atuais membros do Spot os alunos: Mateus Sanches, Marciane Schuh, Rose Ribeiro, Daniel Manfredi, Bárbara Faria e André Fernandes. Neste mês o Spot lança a sua 6a. Edição recheada de conteúdos muito interessantes para o Design de Interiores. Agora este jovem projeto fará uma parceria com o Diblioteca, dividindo com a gente, por aqui, as suas colunas. Seu representante será o Mateus Sanches, estudante de Design de Interiores, 1o. semestre matutino do Curso Tecnológico de Design de Interiores Unicesumar. Para entrar em contato com ele segue o e-mail: spotboletim@gmail.com
Para ler toda a 6a. Edição:

 

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DIblioteca 2016As imagens dos projetos e as informações são de responsabilidade de cada escritório e profissional mencionado.

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Um pouco de: história do mobiliário.

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Olá pessoal, segue mais um estudo contando um pouquinho da história do mobiliário. Espero que isso instigue a busca pelo conhecimento à cerca de um dos itens que complementam nosso design de interiores.
Abraços e até a próxima 🙂

Um pouco de: história do mobiliário

Adriana Stedille, 15 de Junho de 2016 15h20m

O mobiliário foi introduzido na sociedade através da necessidade de fixação de moradia, no período entendido como Neolítico (cerca de 10 mil anos atrás), pois necessitava de um espaço seguro para repousar.

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Com o passar do tempo o mobiliário se tornou índice de interesses sociais, pois, era utilizado pela nobreza, como forma de ressaltar o poder e hierarquia perante a população.

Trono do Egito Antigo

Trono do Egito Antigo

Na atualidade o mobiliário é parte integrante da vida cotidiana agregando conforto e praticidade ao dia-a-dia. O mobiliário marca a evolução da sociedade através de seu desenvolvimento cultural e tecnológico, sendo que, dentro de cada contexto histórico, é capaz de estabelecer as atividades cotidianas, gosto e cultura de uma civilização.

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Os fatores sociais, culturais e comerciais influenciam a forma de enxergar um produto, muitas vezes, suplantando os fatores perceptuais. Existem influências culturais no estilo de produtos que podem ter ciclos de vida longínquos, até centenários. A Figura abaixo ilustra imagens de algumas cadeiras que foram criadas há anos e ainda continuam no ápice do design.

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É muito comum haver diversas culturas inseridas em um mesmo ambiente físico e, ao aproximar artefatos e cultura, estes objetos se tornam mediadores da prática cultural, onde o significado do produto deve ser considerado segundo o contexto cultural no qual está e será inserido, pois cada região possui seus próprios signos e vínculos culturais.

Para a confecção de um produto de uso coletivo, como o mobiliário e principalmente, para o projeto de um ambiente completo é importante considerar as necessidades gerais do grupo que o utilizará, durante todo o processo de design, visando contemplar a maioria dos usuários, trazendo estética, aconchego, praticidade ao dia a dia destes usuários.

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Adriana Stedille, graduada em Design de Produto pela Faculdade da Serra Gaúcha em Caxias do Sul; Designer de Interiores pela Criart de Porto Alegre, e graduanda em História da Arte pelo Claretiano; Diretora de Criação da empresa Usina Interior Design em Caxias do Sul. Contato: contato@usinaid.com.br